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domingo, 10 de abril de 2011

Stellarium planetário virtual

Este programa serve não só para estudantes de astronomia e astrofísica mas,para todos os apaixonados e aficionados em agregar mais conhecimento!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

As Dimensões e o Universo!

Nassim Haramein é um físico nascido na Suíça que dedicou toda a sua vida em pesquisas e pensamentos no campo da física quântica e teorias sobre o hiperespaço, espaço de uma maneira não muito convencional mas profundamente esclarecedora, trazendo novas e corajosas discussões e revelações nesse campo e relacionando-as à nossa realidade, à nossa existência e ao conhecimento das civilizações antigas.

Ele um investigador brilhante que me deixou perplexo com a quantidade de informação cientifica que consegue cruzar. Para quem já contactou com conceitos de física moderna, Nassim Haramein leva-nos um pouco mais adiante em temas como: buracos negros, expansão/contracção simultâneas, geometria sagrada, vacum, cropcircles, pirâmides, dimensões, paradigmas das leis quânticas e newtonianas, espirais e muito mais nesta palestra de oito horas. Tudo de um ponto de vista cientifico.

É muito interessante o ponto de vista desse cientista, no qual nos traz conceitos novos não só na evolução de nosso planeta mas também de todo o universo!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Nosso amado planeta Terra

Vídeo espetacular combinando 7.000 fotografias condensadas em quatro minutos, destacando a beleza do céu estrelado em movimento. Não é surpresa que os antigos acreditassem que havia literalmente uma abóbada celeste, um enorme teto arqueado cobrindo o céu com pequenos furos por onde uma luz divina podia ser vista de relance. O Sol, a Lua e as estrelas passeiam placidamente, perturbados ocasionalmente por meteoros e essa novidade dos satélites artificiais, e em contraste com a agitação das nuvens, do mar ou das criaturas humanas sobre o planeta.

“Nossa vida diária, o calendário e nossos relógios são acertados pelo movimento cósmico. O nascer e o pôr do Sol, as estações e o movimento da Lua (marés) têm um impacto importante em nossa vida. Esta é a principal razão por que o interesse na astronomia surgiu em tempos antigos. O dia é marcado pelo nascer e pôr do Sol (a rotação da Terra), o mês pela trajetória da Lua em torno do planeta, e o ano e suas estações pelo movimento aparente do Sol na eclíptica (o movimento da Terra ao redor do Sol). Este é nosso programa de astronomia diário já há milhões de anos, e por muitos a vir. Estabilidade e tranqüilidade em contraste com o nosso amado planeta.

sábado, 6 de novembro de 2010

Até onde podemos chegar ?










 







O ser humano cria, inventa novas tecnologias para poder atravessar as barreiras do impossível! Pisou na lua! Orbitou em volta da Terra,criou grandes telescópios para poder ver além do horizonteplanetário,além das estrelas das nebulosas e muito além das galáxias!Para que? Talvez para encontrar vida? Mais tecnologia?

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O Gênio de Albert Einstein

Físico alemão radicado nos Estados Unidos mais conhecido por desenvolver a teoria da relatividade. Ganhou o Prémio Nobel da Física de 1921 pela correta explicação do efeito fotoeléctrico; no entanto, o prémio só foi anunciado em 1922. O seu trabalho teórico possibilitou o desenvolvimento da energia atômica, apesar de não prever tal possibilidade.

Devido à formulação da teoria da relatividade Einstein tornou-se famoso mundialmente. Nos seus últimos anos, a sua fama excedeu a de qualquer outro cientista na cultura popular: "Einstein" tornou-se um sinónimo de génio. Foi por exemplo eleito pela revista Time como a "Pessoa do Século" e a sua face é uma das mais conhecidas em todo o mundo. Em 2005 celebrou-se o Ano Internacional da Física, em comemoração dos 100 anos do chamado "Annus Mirabilis" (ano miraculoso) de Einstein, em que este publicou quatro dos mais importantes artigos cientifícos da física do século XX. Em sua honra, foi atribuído o seu nome a uma unidade usada na fotoquímica, o einstein, bem como a um elemento químico, o einstênio.

Biografia

Einstein nasceu na região alemã de Württemberg, na cidade de Ulm, numa família judaica. Em 1852, o avô materno de Einstein, Julius Koch, estabelece-se como comerciante de cereais em Bad Cannstatt, nos arredores de Estugarda. Os pais de Einstein, Hermann Einstein e Pauline Koch, casam-se em 1876. Hermann, que era comerciante muda-se de Bad Buchau para a cidade de Ulm, onde passou a viver com a esposa. É em Ulm que em 1879 nasce Einstein.

Albert Einstein e sua esposa Elsa.

Em 21 de Junho de 1880, a família Einstein muda-se para Munique. Em 1885, Hermann Einstein e seu irmão Jacob, que era engenheiro, dinâmico e empreendedor funda uma empresa de material eléctrico, a J. Einstein & Cie. Os dois irmãos estão convencidos de que este setor em pleno crescimento oferece melhor rentabilidade do que o tradicional negócio de penas de colchão.Tal empreendimento foi possível graças aos recursos financeiros do pai de Pauline.

Na década de 1880, a cidade de Munique, em processo de industrialização (relativamente tardio) desenvolveu-se muito, crescendo a população a um ritmo de dezessete mil novos habitantes por ano. O material eléctrico, uma tecnologia relativamente recente, tem alta conjuntura nestes anos. A empresa do pai de Einstein chegou a ter entre 150 e 200 trabalhadores nos seus melhores dias. Dois dos contratos que a empresa obteve foram a electrificação da cidade de Schwabing (hoje um bairro de Munique) e de Theresienwiese onde se realiza a famosa Oktoberfest de Munique.

A 18 de Novembro de 1881, nasce Maria Einstein (Maja). Einstein teria sempre uma relação muito íntima com a irmã. Einstein e Maja recebem uma educação não religiosa. Em casa não se come casher, a família não frequenta a sinagoga. O pai considera os ritos judeus como superstições antiquadas. Na casa dos Einstein imperava o espírito não dogmático. Com três anos, Einstein tinha ainda dificuldades de fala, o que preocupou os pais; apesar disso, revelou-se um aluno brilhante. A juventude de Einstein é solitária. As outras crianças chamam-lhe "Bruder Langweil" (irmão tédio) e "Biedermann" (mesquinho). Aos cinco anos de idade, Einstein, que era canhoto, recebe instrução de uma uma professora em casa. Sua instrução termina quando Einstein aborrecido arremesa uma cadeira sobre sua professora. Nesta altura, o seu pai mostra-lhe uma bússola de bolso; Einstein apercebeu-se de que algo fazia flutuar a agulha no espaço e descreveu mais tarde a "impressão profunda e duradoura" desta experiência. Aos seis anos de idade, Einstein tem aulas de violino com Herr Schimied, que a princípio não lhe agradam, terminando por abandoná-las. Mas ao longo da sua vida tocar violino, e em particular as sonatas de Mozart, torna-se uma das suas actividades preferidas.

A 1 de Outubro de 1885, Einstein começa a frequentar uma escola primáriaa Volksschule, escola católica em Munique (uma cidade fortemente conservadora que sempre permaneceu maioritariamente católica, apesar das simpatias iniciais por Lutero, bem cedo combatidas pelos Jesuítas). Os pais de Einstein, por não serem judeus praticantes, não se importaram que o filho frequentasse inclusive a catequese, que agradou bastante a Einstein . Curiosamente Einstein desenvolve sozinho uma fervente fé judaica e passa a cumprir os rituais judeus incluindo o Shabat e a comida kosher. Einstein era aluno seguro e persistente, no entanto um pouco lento na resoluçao de problemas. Suas notas estavam entre as melhores da classe, e seu boletim era brilhante, segundo sua mãe Pauline. Durante esses anos obteve as mais altas notas em latim e em matemática.

Uma lenda amplamente divulgada, diz que Einstein teria sido reprovado em matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso Ripley's believe it or not! ("Acredite se quiser"). Entretanto quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta questão, Einstein riu. "Nunca fui reprovado em matemática", retrucou. "Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral.

Aos dez anos, Albert conhece Max Talmud, um jovem estudante de medicina que costuma jantar com a família Einstein. Max foi uma influência importantíssima na vida de Albert porque o introduziu, apesar da sua tenra idade, à leitura de importantes obras científicas e filosóficas, como por exemplo Os Elementos de Euclides ou a Crítica da Razão Pura de Kant. Em consequência dos seus estudos sobre ciência, Einstein abandona completamente a fé judaica aos 12 anos.

Einstein estudou cálculo diferencial e integral dos doze (idade em que ganhou de seu tio um livrinho de geometria euclidiana) aos dezesseis anos de idade. Mais tarde frequentou o Luitpold Gymnasium (equivalente à escola secundária) em Munique até aos quinze anos. Este período para Einstein foi de intensa religiosidade, motivada pela escola. O seu pai pretendia que Einstein estudasse engenharia eléctrica, mas este incompatibilizou-se com as autoridades e o regime escolar. Descreveria mais tarde como o pensamento criativo e a aprendizagem eram perdidos com a utilização de aprendizagem por memorização.

Quer saber mais? Então visite a Wikipédia

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Planetas caem dentro de sóis e desaparecem

Planeta Gliese 581 E (à esq.)

O planeta Gliese 581 E é o mais leve fora do sistema solar

Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns planetas descobertos fora do nosso sistema solar "caem" dentro de seus próprios sóis e desaparecem.

Segundo o astrônomo Rory Barnes, da Universidade de Washington, trata-se da primeira prova de um fenômeno já previsto por modelos computacionais no ano passado, que mostravam que a força da gravidade é capaz de "puxar" um planeta para dentro de seu sol.

"Quando examinamos as propriedades de planetas extra-solares, podemos ver que esse fenômeno já ocorreu com alguns deles", afirmou Barnes.

Os modelos computacionais apontam a localização dos planetas em um determinado sistema solar, mas a observação direta mostrou que, em alguns desses sistemas, os planetas que deveriam estar mais próximos de seu sol não existem mais.

Segundo os cientistas, a proximidade entre esses astros faz com que um "puxe" o outro com uma força gravitacional cada vez mais intensa, que causa uma deformação na superfície do sol, provocando ondas na sua superfície gasosa.

"As ondas distorcem a forma dessas estrelas, e quanto maior essa distorção, mais rapidamente as ondas 'puxam' o planeta para dentro", explicou Brian Jackson, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, e chefe da equipe de pesquisadores.

Massas gasosas

A maioria dos planetas descobertos fora do nosso sistema solar são gigantes massas gasosas, como Júpiter, mas ainda maiores que este planeta.

Entretanto, no início deste ano, astrônomos detectaram um planeta extra-solar mais parecido com a Terra do que qualquer outro encontrado até o momento.

Batizado de CoRoT-7 B, o astro tem uma órbita a cerca de 2,4 milhões de quilômetros de seu sol - uma distância menor do que Mercúrio está do nosso Sol. Com isso, o planeta estaria em vias de ser 'absorvido'.

"A destruição deste planeta é lenta, mas inevitável", decretou Jackson.

"As órbitas desses planetas mudam em uma ordem de dezenas de milhões de anos. Em um certo momento, o planeta fica tão perto de seu sol que, começa a ser desmantelado por ele", disse o cientista.

"Ou o planeta é destruído antes de atingir a superfície do sol, ou, no processo de destruição, sua órbita acaba entrando em intersecção com a atmosfera desse sol e o calor dele faz o planeta desaparecer."

Os cientistas esperam que o estudo, a ser publicado no Astrophysical Journal, facilite a compreensão de como as estrelas destroem planetas e como esse processo afeta as órbitas planetárias.

Fonte: BBC

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Espaço pode se tornar a lata de lixo do futuro!

lixo espacial
O lixo espacial atinge velocidades de 28.800 km por hora
Cientistas calculam que existam 110 mil objetos com tamanho a partir de um centímetro de largura flutuando pelo espaço em torno da Terra.

É o chamado lixo espacial, ou "space junk", que a humanidade vem mandando para o espaço desde que a nave espacial Sputnik fez a primeira viagem pela órbita da Terra.

São toneladas de materiais que incluem de satélites em pedaços a uma luva perdida pelo astronauta americano Edward White durante uma caminhada espacial em 1965.

Astrônomos dizem que esse lixo prejudica a observação do espaço e põe em risco a segurança de astronautas, que podem ser atingidos por esses resíduos.

Há, no entanto, quem diga que é melhor ter lixo no espaço do que na Terra e tente até lucrar com a idéia.

Leilão na internet

Neste momento, um fabricante de foguetes nos EUA está oferecendo, por meio de um leilão na internet, a oportunidade de enviar um pacote de 20 quilos à Lua.

Entre os interessados, disse Gregory Nemitz, da empresa Orbital Development, está um cliente que quer enterrar as cinzas de um parente morto em um túmulo extra-terrestre.

"Se alguém acha que estamos estragando a Lua, está enganado", disse Nemitz.

"O impacto formará uma cratera de cerca de 150 metros de diâmetro no solo da Lua, isso é uma cabeça de alfinete. A Lua é apenas uma imensa rocha morta", disse Nemitz.

Perigo

Os resíduos deixados no espaço podem atingir velocidades de quase 29 mil kilômetros por hora, orbitando cerca de 960 kilômetros acima da superfície da Terra, e podem causar danos fenomenais se atingirem alguma coisa.

Em 1996, um satélite francês foi fatalmente atingido por um pedaço do foquete Ariane. As partes do satélite destruído se juntaram ao lixo que flutua hoje no espaço.

A quantidade de materiais deixados pelo homem é tão grande que chega a obscurecer a visão de astrônomos, segundo o doutor Amos Storkey, da Universidade de Edimburgo.

"Um astrônomo pode pensar que está olhando para uma galáxia quando na verdade é tudo lixo espacial."

O professor Hans Haubold, do Escritório da ONU para Assuntos Espaciais, diz que, com mais países lançando satélites, a quantidade de resíduos só aumenta.

Atualmente, sistemas de alerta permitem que a maioria das aeronaves seja desviada de grandes pedaços de material.

O impacto de partículas pequenas, entretanto, pode causar danos cumulativos na fuselagem. Por exemplo, na década de 90, as janelas dos ônibus espaciais tiveram de ser trocadas com freqüência cada vez maior.

E para preocupação ainda maior, um pequeno pedaço de detrito metálico pode perfurar uma roupa espacial, obrigando os astronautas a buscar refúgio atrás da sombra de suas naves.

“No momento é muito difícil remover estes detritos. Uma nave teria de ser enviada ao espaço para coletá-los, e isso seria tão caro que inviabilizaria a operação.”

A ONU criou um guia para a construção de naves espaciais que deixam menos pedaços, viajam para altitudes mais seguras quando seu trabalho termina ou são guiadas de volta para a atmosfera para cair no mar ou entrar em ignição.

Tudo isso, no entanto, a custos adicionais.

Fonte: BBC

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Astrônomos criam 1º modelo 3D de explosão de estrela; assista !



Astrônomos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) anunciaram que recriaram pela primeira vez um modelo em 3D dos momentos seguintes à explosão de uma estrela, o que pode ser uma boa ferramenta para se estudar melhor o processo.

Assista ao vídeo da BBC

Os especialistas recolheram informações de dois telescópios orbitais da Nasa - Chandra, de raios-X, e Spitzer, que obtém imagens pela detecção de radiação infravermelha ou de calor - e de telescópios na superfície da Terra.

Eles utilizaram técnicas de obtenção de imagens normalmente empregadas na área médica para criar um holograma da supernova Cassiopéia A. As supernovas são corpos celestes brilhantes surgidos após as explosões de estrelas e que, com o tempo, acabam perdendo a luminosidade.

Haley Gomez, da Universidade de Cardiff, no País de Gales, disse que o modelo oferece "uma visão surpreendente da explosão original de uma estrela". A imagem mostra jatos na forma de discos saindo da estrela quando ela explode.

Os astrônomos já sabiam das emanações das estrelas, mas a estrutura no formato de disco é uma nova descoberta. A equipe internacional usou imagens de raio-X e infravermelho para criar a visualização e ter uma compreensão mais completa do que acontece na explosão.

A Cassiopéia A é uma supernova - resultante de uma estrela que, acredita-se, explodiu há 330 anos. Gomez disse que a recriação é "realmente extraordinária". "Astrônomos e o público estão acostumados a ver imagens 'achatadas', com duas dimensões."

"Agora nós podemos visualizar um objeto a 11 mil anos-luz por ângulos diferentes." "Nós sempre quisemos saber como as peças que vemos em duas dimensões se encaixam entre si na vida real. Agora podemos ver por nós mesmos com este 'holograma' de restos de supernova", disse Tracey DeLaney, chefe da equipe de pesquisadores.

No vídeo, liberado pelos astrônomos, a região em verde é, na maioria, ferro, observado através de raios-X. A região amarela é uma combinação de argônio e silicone vistos por raios-X, meios óticos e infravermelho, incluíndo jatos de silicone. A região vermelha é de resíduos frios vistos por infravermelho. Finalmente, o azul revela uma onda externa resultante da explosão, detectadas em mais evidência por raios-X.

Fonte: 1

Via Láctea é maior do que se pensava !



A nossa galáxia é muito maior do que se pensava, segundo um estudo apresentado nesta semana em um importante congresso de astronomia na Califórnia, nos Estados Unidos. Os resultados indicam que a Via Láctea tem mais ou menos o mesmo tamanho que Andrômeda, considerada até hoje como a maior galáxia do nosso grupo local de galáxias.

O estudo também revelou que a nossa galáxia está se movendo a uma velocidade 15% maior do que se estimava. Segundo os especialistas, por causa da massa maior, colisões futuras com galáxias próximas podem acontecer mais cedo do que o imaginado.

O astrônomo Mark Reid, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (CfA), em Cambridge, nos Estados Unidos, e sua equipe usaram o sistema VLBA (Very Long Baseline Array) para calcular o tamanho e a velocidade da Via Láctea.

O VLBA é formado por dez radiotelescópios espalhados pela América do Norte que, juntos, permitem um grau de resolução sem precedentes na astronomia. Segundo o CfA, esse grau de resolução é tão grande que equivaleria a uma pessoa sentada em uma poltrona em Edimburgo, na Escócia, poder ler um jornal no Cairo, no Egito.

Precisão

Ao usar o VLBA para medir o deslocamento aparente de regiões longínqüas, formadoras de estrelas, quando a Terra está em lados opostos do Sol, os pesquisadores foram capazes de medir a distância até essas regiões com mais precisão do que em tentativas anteriores.

Reid e sua equipe apresentaram o estudo durante a 213ª conferência da American Astronomical Society (AAS), em Long Beach.

"Ao contrário de estudos anteriores, esses cálculos usam o método tradicional de investigação de triangulação e não dependem de quaisquer suposições baseadas em outras propriedades, como o brilho", disse um dos integrantes da equipe, Karl Menten, do Max Planck Institute for Radio Astronomy, de Bonn, na Alemanha.

Os resultados indicam que a Via Láctea é cerca de 15% mais larga do que se pensava.

Rotação

Pequenas alterações na freqüência das emissões de rádio que ocorrem porque as regiões estão se movendo dão aos pesquisadores uma estimativa de quão rápidamente a Via Láctea gira em torno de seu centro.

Eles calculam que isso ocorra a uma velocidade de 914 mil km por hora, maior do que o valor estimado anteriormente, 792 mil km por hora. Esta velocidade, por sua vez, serviu como base para que os astrônomos calculassem a quantidade total de matéria escura presente na Via Láctea - a matéria escura é o componente invisível que forma a maior parte da massa da galáxia.

Os pesquisadores estimam que a Via Láctea tenha cerca de 50% mais massa do que se estimava, o que a equipara à galáxia Andrômeda.

No passado, especialistas acreditavam que a Andrômeda, nossa galáxia vizinha, era a maior do nosso grupo.
"Não vamos mais pensar na Via Láctea como a irmã pequena da galáxia Andrômeda", disse Reid.

A massa maior aumenta a força da gravidade da Via Láctea, sugerindo que colisões com a Andrômeda e outras galáxias vizinhas podem acontecer muito antes do que se calculava - ainda assim, dentro de bilhões de anos.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Cientistas darão ignição em estrela feita pelo homem !

Um propósito que pareceu impossível nos últimos cem anos agora reacende as esperanças dos cientistas que estão às margens de revelar um dos maiores problemas da física ao coletar energia da fusão nuclear, a mesma reação usada pelo Sol para gerar energia Dentro de alguns meses a equipe de pesquisadores tentará realizar a ignição de uma minúscula estrela feita pelo homem em laboratório e iniciar uma reação termonuclear. O objetivo é gerar temperaturas de mais de cem milhões de graus Celsius e pressões bilhões de vezes maiores do que as encontradas em qualquer parte do planeta, com uma quantidade de combustível um pouco maior do que a ponta de um alfinete. Se obtiverem sucesso com o experimento ele será um importantíssimo primeiro passo em direção à criação de reatores nucleares de fusão e fonte de energia praticamente ilimitada.O experimento de R$ 4,16 bilhões deverá estar completo no máximo em seis meses. Caso a nova tecnologia se torne uma realidade poderá substituir os combustíveis fósseis, reduzindo drasticamente o efeito estufa.Os cientistas do National Ignition Facility (NIF), na Califórnia (EUA), usarão um laser que concentra mil vezes a eletricidade gerada por todo os EUA em um bilionésimo de segundo. O resultado deverá ser uma
explosão dentro da câmara de reação de quase 10m de largura (foto no topo do artigo) que produzirá ao menos dez vezes a quantidade de energia usada para criá-la.“Estamos criando as condições que existem dentro do sol”, disse Ed Moses,diretor do NIF.“É como abrir a torneira de energia solar verdadeira já que a fusão é a fonte de toda a energia no mundo. É uma física muito estimulante, mas, além disso, há imensos problemas sociais, econômicos e globais que ela poderá ajudar a resolver.” Dentro da estrutura, que cobre uma grande área de três campos de futebol (foto acima), um único infravermelho será enviado através de mais de 1 km de lentes, espelhos e amplificadores para criar um feixe mais de dez bilhões de vezes a força de uma lâmpada caseira.Dentro de uma área do tamanho de um hangar que tem o ar totalmente purificado para eliminar que qualquer grão de pó interfira no feixe, o laser será dividido em 192 feixes diferentes, convertido em luz ultravioleta e focado em uma cápsula (foto acima) no centro de uma câmara de alumínio e concreto. Quando o laser atingir o interior da cápsula deverá gerar

raios X altamente energéticos em alguns bilionésimos de segundo, comprimindo a pequena esfera de combustível no interior até que a proteção externa exploda.

Esta explosão produz uma reação igual e oposta que comprime o combustível até que a fusão nuclear começa, liberando enormes quantidades de energia.

Desde que Einstein formulou a equação E=mc² em 1905 – levantando a possibilidade de que a fusão de átomos possa gerar quantidades imensas de energia – cientistas tentam coletar energia da reação. Segundo a teoria de Einstein a energia gerada por um grama de matéria seria suficiente para abastecer 28,5 mil lâmpadas de 100 watt por um ano.
Até o momento este tipo de fusão só é possível realizar dentro de armas nucleares e plasmas altamente instáveis criados em campos magnéticos incrivelmente fortes. O trabalho de 11 anos do NIF pode mudar tudo isto.

Mas o tedioso trabalho de ajuste da mira dos lasers, lentes e espelhos é fundamental, pois os cientistas estarão atirando pulsos laser de apenas alguns bilionésimos de segundo, mas estarão criando condições que são encontradas no interior de estrelas ou de armas nucleares quando explodem.

Muitas das tecnologias necessárias para o projeto se concretizar não existiam e tiveram que ser desenvolvidas pelo NIF e segundo cientistas “pode ser uma das maiores conquistas que a humanidade já alcançou”.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Nasa lança novo telescópio espacial

Glast irá observar grandes explosões cósmicas
O telescópio espacial Glast, da Nasa, foi lançado com sucesso nesta quarta-feira do Cabo Canaveral, na Flórida.

O Glast vai explorar alguns dos eventos mais violentos do universo, que emitem enormes quantidades de energia na forma de raios gama.

O telescópio será usado para observar grandes explosões cósmicas, buracos negros gigantes que lançam matéria no universo e estrelas de nêutrons densas com fortes campos magnéticos.

O observatório espacial de US$ 690 milhões vai coletar imagens de alta definição do universo em raios gama.

Fonte:BBC Brasil

Nasa descobre 'pedaços de gelo' em Marte

As fotos de Marte que mostram o que se acredita ser gelo
Fotos mostram buraco antes e depois, com pedaços que sumiram

A Nasa (a agência espacial americana) anunciou nesta sexta-feira ter descoberto novos e convincentes indícios da presença de gelo na superfície do planeta Marte.

Imagens feitas no início da semana pela sonda Phoenix, que está no planeta vermelho, mostraram pedaços de um material brilhante, fotografados dentro de um buraco feito pela sonda.

Na quinta-feira, uma nova foto do buraco foi feita e os misteriosos fragmentos haviam desaparecidos.

Os cientistas chegaram a imaginar que os pequenos pedaços pudessem ser sal – mas sal não desaparece dessa forma.

Gelo, por sua vez, pode derreter – e essa é a explicação que foi dada por cientistas ligados à missão para explicar o ocorrido.

A descoberta reforça a suspeita de que exista água embaixo de uma camada de permafrost na superfície do planeta.

Anteriormente, na mesma missão, fotografias que se acreditava que pudessem mostrar traços da presença de água frustraram os cientistas ao não mostrar nenhum sinal do líquido.

Embora sinais de gelo já tenham sido encontrados em Marte antes, parte da missão da Phoenix é procurar provas para sustentar a idéia de que a região polar do planeta poderia ser habitada.

Fonte: BBC Brasil

Astrônomos gravam som das estrelas; ouça


Estrela
Cientistas gravaram 'pulsação' de três estrelas semelhantes ao Sol
Cientistas gravaram o som de três estrelas semelhantes ao Sol usando o telescópio francês Corot.

Segundo os pesquisadores, a gravação dos sons permitiu que se conseguisse captar pela primeira vez informações sobre processos que acontecem dentro das estrelas.

Os sons captados pelos cientistas revelam que as estrelas têm uma "pulsação" regular.

Também é possível perceber que o som de cada uma das estrelas é levemente diferente das demais. Isso acontece porque o som das estrelas depende da idade, tamanho e composição química de cada um dos astros.

A técnica de sismologia estelar, usada pelos cientistas nesta pesquisa, está tornando-se mais comum entre astrônomos, porque o som permite que se tenha uma idéia das atividades dentro das estrelas.

De acordo com o professor Eric Michel, do Observatório de Paris, a técnica já permitiu que pesquisadores tenham mais conhecimento sobre as estrelas.

"Esta é uma forma completamente nova de se olhar para as estrelas comparado com o que estava disponível nos últimos 50 anos. É muito animador", diz Michel.

O professor descobriu que a pulsação das estrelas é muito parecida com o que os cientistas imaginavam, mas há uma pequena variação.

Essa variação pode indicar que os astrônomos ainda precisam refinar suas teorias sobre evolução estelar.

Os pesquisadores publicaram os resultados da pesquisa na revista científica Science.

O professor Ian Roxburgh, do Queen Mary College de Londres, muitos cientistas estão tentando aperfeiçoar a técnica.

"Não é fácil. É como ouvir o som de um instrumento musical e depois tentar reconstruir a forma do instrumento", diz.

sábado, 4 de outubro de 2008

A odisséia espacial criada pelo homem

Do pré-histórico Stonehenge ao Hubble, a busca pelos mistérios do cosmos mobilizou civilizações ao longo dos últimos cinco mil anos

A Evolução Humana é o processo de mudança e desenvolvimento, ou evolução, pelo qual os seres humanos emergiram como uma espécie distinta. É tema de um amplo questionamento científico que busca entender e descrever como a mudança e o desenvolvimento acontecem. O estudo da evolução humana engloba muitas áreas da ciência, como a Psicologia Evolucionista, a Biologia Evolutiva, a Genética e a Antropologia Física. O termo "humano", no contexto da evolução humana, refere-se ao gênero Homo. Mas, os estudos da evolução humana usualmente incluem outros hominídeos, como os australopithecus.

Dizem os evolucionistas que o homem descende do macaco. Segundo essa teoria, nossos ancestrais andavam vergados, como fazem os símios. Já os adeptos da teoria da criação atribuem a existência de todas as coisas a um ser superior que habitaria o céu. Teorias à parte, o fato é que desde a Pré-História os homens tentam entender os mistérios que há por trás do cosmos.

Foi dessa observação que nasceu a astronomia. No início não havia instrumentos que permitissem uma visão melhor dos astros. Mas era a partir deles que os homens pré-históricos faziam previsões de novas colheitas e sabiam a época do nascimento dos animais de criação.

Em Salisbury, na Inglaterra,( entre Londres e Bristoll) um monumento monolítico feito de enormes pedras, algumas com até 24 toneladas e cinco metros de altura, instigou a curiosidade humana. Em princípio achou-se que tinha sido construído pelos druidas (sacerdotes celtas), mas exames de carbono feitos nas pedras revelaram que tinha sido feito há cinco mil anos. O monumento, chamado pelos saxões de Stonehenge ou hanging stones (pedras suspensas), tinha quatro “pedras de estação”, de onde se acredita que os homens pré-históricos observavam o nascer do sol e da lua. Esse agrupamento de pedras é chamado de Templo Neolítico e ali se formam os maiores solstícios do Planeta Terra ! Parece coincidência mas não é! O Homem ja era grandemente evoluido, pois as posições das pedras são como relógios antigos que marcam as horas pela posição do Sol.

Pela observação da posição dos astros, os egípcios descobriram que o ano tinha 365 dias. Mas foram os gregos que fizeram dessa observação uma ciência. A busca desse conhecimento, no entanto, foi tolhida na Europa medieval por pressão da Igreja Católica. Nessa época, os árabes avançaram nesse ramo do conhecimento e a astronomia virou uma ciência elevada. Isso aconteceu graças ao islamismo. O Corão, livro sagrado dos muçulmanos, diz que “a onipotência divina se manifesta na organização do universo”.

A grande revolução na astronomia ocorreu com Galileu Galilei que, ao inventar o telescópio, fez descobertas importantes, como a das luas de Júpiter, as montanhas na lua e as fases de Vênus. Depois disso, a astronomia virou febre. Mas também teve que se calar por afirmar que o Sol era o centro do Sistema solar e não a Terra, teoria imposta pela inquisição da igreja católica, que o ameaçou a se calar, senão seria atirado na fogueira como muitos!!!Cientistas como Johannes Kepler, Isaac Newton e Copérnico ajudaram a consolidar esse conhecimento como ciência e possibilitaram que a tecnologia nessa área se desenvolvesse. Copérnico descobriu que a Terra não era o centro do universo, e sim o sol, teoria que ficou conhecida pelo pomposo nome de “heliocentrismo”.

Mas foi no século passado que nossa civilização se projetou no espaço em busca de explicações para a origem da vida. As duas grandes potências da segunda metade do século XX, Estados Unidos e União Soviética, lançaram-se na corrida espacial. O primeiro homem a ir ao espaço foi o russo Gagarin, que deu uma volta na órbita da Terra. Em 1969 os norte-americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin pisaram pela primeira vez no solo da lua.

Depois disso foram tantas inovações que o trabalho de perscrutar o espaço sideral se tornou uma tarefa fantástica. Ainda hoje o telescópio Hubble continua a nos enviar imagens cada vez mais surpreendentes de galáxias e supernovas e expedições são tripuladas enviadas a planetas como Marte, o que nos leva a crer que em futuro não muito distante teremos muitas explicações para a origem do universo.

Eu acho que depois de tanta evolução, o homem aprendeu muito sobre sí mesmo, analizando a sua própria existência no cosmos! Toda essa transformação não veio por acaso, mas sim diante de muitas pesquisas e observações! Por isso que Deus nos fez especiais! Para podermos viver nesse pequeno planeta como observadores natos de nossa própria existência diante do universo, criado pelas suas proprias mãos! devemos ter sim, cuidados ao afirmar nossa descendência, pondo em risco até o nosso modo de pensar sobre a nossa existência!

Se somos inteligentes e curiosos, ta na cara que tudo isso provem de Deus! A sabedoria e o conhecimento não vem por acaso, e aí é que nos devemos ter entendimento para fazer o que é mais certo sem ferir a natureza e também a nossa própria existência!!!


terça-feira, 23 de setembro de 2008

AstroSolar 2.0 Enciclopédia de Astronomia

AstroSolar é um software didático de astronomia. Nele você viaja através do espaço entre nebulosas e estrelas, planetas e luas, enfim para a apresentação da astronomia para aqueles que não são familiarizado com os alguns dos conceitos básicos desta ciência maravilhosa. O software possui a informação de diversos corpos celestes. E além do mais tem suporte ao português.
Novidades da versão 2.0:


- Texto e imagens totalmente reformulados, com diversas correções, modificações e acréscimos de conteúdo;

- Estrutura do software modificada;

- Diminuição significativa do tamanho do software e seu banco de dados, passando de 100 MB para 8MB.

- Acesso facilitado. Qualquer conteúdo do software acessado através de poucos clicks;

- Disponibilizada a função de impressão;

- Apresentação da mais nova classificação de astros: Os Planetas Anões;

- Duas opções de download do software: Uma versão auto-instalável e uma outra versão não instalável, para ser gravada em CD;

- Disponibilizado um Roteiro de Observação Celeste em meio aos Conteúdos do Software.

Se você realmente quiser ter conhecimento pelo menos que nem que seja por curiosidade, não deixe de baixar este maravilhoso software. É totalmente gratuito.

Versão auto-instalável:
Versão para gravação em cd:

WinStars 2.0.77 R1

Quem não fica surpreso e intrigado quando uma constelação ascende do véu celestial numa noite estrelada? WinStars é um espectáculo inebriado de luzes distantes que deleitam o cérebro e os olhos! Será que aquela estrelinha longe é mais ou menos luminosa? Será que aquela pequena aglomeração, dificilmente visível a olho nu, é uma nebulosa, uma constelação ou até mesmo uma galáxia?

Você já se perguntou aonde está o explorador espacial Voyager? Como será que Saturno é avistado no céu de Titã ou, melhor ainda, como seria a aurora de Júpiter sob a superfície de Europa?WinStars pode ajudar a responder a essas questões.

WinStars é capaz de navegar pelo espaço, visualizar constelações, planetas, objetos espaciais e muitos mais. Você pode até viajar no tempo definindo datas com animações dinâmicas do céu e do espaço! Para passear livremente use o botão de scroll do mouse e, caso você tenha um telescópio, é possível até sincronizar dados de servidores da Internet.

O software usa as últimas novidades em tecnologia 3D para exibir objetos do nosso Sistema Solar de uma maneira realista, no estilo de programas como Stellarium e Celestia. Assim, é possível mover-se de um planeta para outro, seguir satélites no espaço e viajar ou observar eventos celestiais de um lugar onde você nunca poderia ir.
Ele prova seriedade ao usar as teorias planetárias DE 404 do Jet Propulsion Laboratory, uma entidade reconhecida no meio astronômico, permitindo uma precisão científica na representação dos eventos exibidos. Seja você apenas um entusiasta da astronomia, um cusioso, um estudante ou um cientista, vale a pena dar uma olhada neste programa!

Cartes du Ciel 2.76

Cartas Celestes (da versão em inglês “Sky Charts”) é um programa de astronomia diferente, que pretende se adaptar às necessidades de cada usuário. Para isso, ele permite você montar suas próprias cartas celestes, com base em 16 catálogos, e contribui exatamente para seus interesses individuais de pesquisa e observação espacial.

Assim, você personaliza o programa totalmente, escolhendo as cores e a dimensão das estrelas e nebulosas, o modo como os planetas são representados, as condições de visibilidade, a posição de cada elemento na carta, entre outras variáveis.

Cada catálogo é voltado para um tipo de informação e, por padrão, você pode usar sete deles. Alguns são voltados para observações detalhadas e outros são muito mais abrangentes, tendo uma quantidade de informações maior e, em conseqüência, desnecessária se você quer apenas analisar um estrela isoladamente, por exemplo.Para aprender a usar todos os recursos, basta consultar o guia de Ajuda do programa, que é dividido em Conteúdo, Comandos e Catálogos. Lá estão todas as explicações sobre o programa, como usá-lo e como complementá-lo.

Tradução para o português

O programa está disponível também em português, porém, você deve instalar um arquivo adicional para que ela possa ser usada. Clique aqui para baixar a tradução.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Foto de um planeta ao redor de um sol como o nosso !

Astrônomos tiraram o que pode ser a primeira foto de um planeta orbitando uma estrela similar ao Sol, em um sistema solar distante.
Este mundo longínquo é gigante (cerca de oito vezes a massa de Júpiter) e fica longe de sua estrela (cerca de 330 vezes a distância entre o Sol e a Terra). Mas, estranhezas planetárias à parte, sua estrela é bem parecida com o nosso Sol.
Anteriormente, os únicos planetas extra-solares fotografados pertenciam a minúsculas estrelas que estavam se apagando, conhecidas como anãs marrons. E enquanto centenas de planetas extra-solares tenham sido detectados, é raro que um tenha tamanho suficiente para ser fotografado. A detecção destes planetas costuma ocorrer através do puxão gravitacional que eles dão em suas estrelas-mãe e não através de fotografias diretas.
“Esta é a primeira vez que nós vimos diretamente um objeto com massa planetária em uma possível órbita ao redor de uma estrela como o nosso Sol”, disse David Lafrenière, um astrônomo da Universidade de Toronto, no Canadá, coordenador da equipe que fez a descoberta. “Se nós confirmarmos que este objeto está gravitacionalmente ligado à estrela, será um grande passo à diante.”
Estudos posteriores serão necessários para provar se planeta está de fato orbitando ao redor da estrela, ao invés da remota possibilidade de ambos objetos estarem na mesma área do céu. “É claro que seria prematuro afirmar que o objeto está definitivamente orbitando esta estrela, mas a evidência é extremamente convincente”, disse David. “Este objeto será intensamente estudado nos próximos anos!”
Os cientistas utilizaram o Gemini North Telescope em Mauna Keam no Havaí (EUA) para observar o planeta e sua estrela que estão a cerca de 500 anos-luz da Terra. Apesar de a estrela ter cerca de 85% a massa de nosso Sol, ela é mais jovem. Para conseguir uma imagem do sistema distante a equipe utilizou tecnologia de óptica adaptativa, que usa espelhos flexíveis para compensar a distorção que a luz sofre ao passar pela atmosfera terrestre.
A distância do estranho planeta da sua estrela-mãe é tão grande que desafia as teorias atuais de formação estrelar e planetária. Para comparar, o planeta mais distante em nosso sistema solar é Netuno, que fica a apenas 30 vezes a distância entre o Sol e a Terra.
“Esta descoberta é também outro lembrete da incrível diversidade de mundos por aí, e é uma forte dica de que a natureza pode ter mais do que um mecanismo para produzir massas planetárias”, disse Ray Jayawardhana, membro da equipe.
O distante exoplaneta, a cerca de 1.500ºC é também muito mais quente do que nosso Júpiter, que tem a temperatura de cerca de -110ºC.
Os pesquisadores detalharam suas descobertas na revista científica Astrophysical Journal Letters.
“Esta descoberta certamente nos fez olhar a diante em termos de quais outras surpresas que a natureza guarda para nós”, disse Marten van Kerwijk, também da Universidade de Toronto. [LiveScience]

Stellarium Portable

Esta é a versão portátil criada pela equipe do Rare Ideas do excelente programa Stellarium, um aplicativo gratuito que simula o céu em tempo real, permitindo assim a visualização de estrelas, constelações, planetas e demais corpos celestes em 3D de maneira muito realista.

Visualize as Estrelas

Com muita facilidade, qualquer um poderá localizar estrelas famosas ou não, ou ainda visualizar o céu, observar como ele muda durante o amanhecer ou o anoitecer, aproximar ou afastar a visão das constelações, enfim, poderá enxergar todo o céu do Sistema Solar sem precisar de telescópios ou equipamentos avançados para isso.

Assim como na versão original, o Stellarium Portable possui uma barra de ferramentas na sua base, a partir de onde se acessam a todas as funções do programa. É possível escolher visualizar ou não o solo da Terra, a atmosfera, o nome das constelações, as Grelhas Azimutal e Equatorial, pontos cardeais e muito mais.

Para selecionar algo para visualização, clique sobre o objeto na tela. Isso é bom para quando você quer apenas ver corpos celestes aleatoriamente. Para encontrar algum em específico, clique em “Procurar Objeto” ou pressione CTRL + F e então digite o que deseja ver. Depois, aproxime o mapa utilizando o botão de rolagem do mouse ou então segurando CTRL e pressionado as setas de direção para cima () para aproximar e para baixo () para afastar.

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