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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Australiano se salva enfiando dedo em olho de tubarão !

tubarão
Tubarão tinha quatro metros de comprimento
Um australiano conseguiu se salvar do ataque de um tubarão ao cravar seu dedo em um dos olhos do animal.

De acordo com o jornal australiano Herald Sun, Jason Cull, um professor de 37 anos, estava nadando na manhã de sábado na praia de Middleton, no oeste da Austrália, quando foi cercado por um tubarão branco de quatro metros de comprimento.

“No início eu achei que fosse um golfinho, mas o animal era muito maior. Depois só lembro ter sido puxado para debaixo d’água”, contou o nadador.

“Então eu comecei a tentar sair da boca dele e procurei sua guelra. Foi quando dei de cara com seu olho e cravei meu dedo. Aí ele me soltou”, contou Cull do hospital onde está internado após sofrer uma cirurgia para tratar ferimentos nas pernas.

Assim que conseguiu se libertar, o australiano começou a nadar na direção de outros dois nadadores que estavam por perto, mas que não perceberam sua presença.

Quando já estava mais próximo da areia, o australiano foi resgatado por uma mulher de 50 anos, que o ouviu gritar por socorro.

“Eu nem pensei no que estava fazendo. Entrei na água e comecei a empurrá-lo para a areia”, disse Joanne Lucas.

Ao chegar à praia, quase desmaiado, o australiano recebeu os primeiros socorros e foi levado de helicóptero para um hospital.

“Ainda bem que ela me ajudou, acho que não teria conseguido voltar sozinho”, disse ele.

Os outros dois nadadores não foram atacados e conseguiram nadar de volta à praia.

Chineses encontram campo com mais de 7 mil fósseis

Fósseis de dinossauro. Foto: arquivo
Descobertas podem contribuir com pesquisa sobre extinção
Cientistas chineses encontraram o que pode ser o maior campo de fósseis de dinossauros do mundo no leste do país, segundo a agência de notícias oficial Xinhua.

Zhao Xijin, paleontólogo líder do projeto na cidade de Zhucheng, na província de Shandong, anunciou que mais de 7,6 mil fósseis foram descobertos no local até agora e o número está aumentando.

"As descobertas devem contribuir com a pesquisa a respeito do mistério da extinção dos dinossauros", afirmou o cientista do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia da Academia Chinesa de Ciências.

Zhao Xijin acrescentou que os fósseis encontrados são principalmente do final do período Cretáceo e da era Mesozóica, quando os dinossauros foram extintos.

Grama e água

De acordo com o paleontólogo, os fósseis tinham apenas uma pequena chance de sobrevivência em todos estes anos.

As pesquisas atuais sugerem que a região pode ter sido uma área aquática e também com grama abundante. Com isso, a área teria sido um habitat ideal para dinossauros com bicos de pato, segundo Zhao Xijin.

Geólogos avaliam que pode ter ocorrido uma erupção vulcânica que matou os dinossauros. Depois, uma enchente levou os fósseis ao local onde foram encontrados.

Zhao Xijin afirmou que as escavações foram suspensas devido às condições do tempo na área, mas deverão ser retomadas na primavera chinesa.

A pesquisa sobre a descoberta deverá ser publicada no final de 2009, segundo o cientista. Um parque de fósseis será construído na região, de acordo com as autoridades locais.

Hadrossauro

A cidade tem um grande campo com fósseis de hadrossauro, descobertos na década de 60 por uma expedição que buscava petróleo. Mais de 50 toneladas de fósseis já foram descobertas no local desde então.

O maior fóssil de hadrossauro foi descoberto em Zhucheng na década de 80, e exposto no museu local.

Um novo campo de fósseis foi descoberto por uma expedição de mineração, em março, nas cidades de Longdu, Shunwang, Jiayue e Zhigou.

Um campo em Longdu tem 300 metros de extensão por dez de largura e cinco metros de profundidade. Mais de 3 mil fósseis foram encontrados no local e, segundo Zhao Xijing, novos gêneros ou espécies poderão ser descobertos.

De acordo com Xu Xing, pesquisador do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia, um crânio de 2 metros de um ceratopsian foi encontrado no local, a primeira descoberta deste tipo fora da América do Norte.

Nos outros 15 campos menores, outros novos gêneros de dinossauro foram encontrados, incluindo o tiranossauro.

Iguana rosa pode alterar história da evolução nas ilhas de Galápagos !



Cientistas na Itália anunciaram ter descoberto que um tipo de iguana rosa das Ilhas Galápagos pode alterar a história da evolução da espécie no arquipélago.

Em um artigo na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores da Universidade de Roma indicam que o iguana rosado "se separou" das outras espécies de iguana de Galápagos há cerca de 5,7 milhões de anos.

O rosada foi visto pela primeira vez por guardas florestais do arquipélago em 1986, nas encostas de um vulcão da ilha de Isabela. Mas só em 2000 a espécie começou a ser analisada por cientistas.

Foi a partir de estudos de iguanas, pintassilgos e tartarugas de Galápagos, em 1835, que o britânico Charles Darwin desenvolveu a teoria da evolução das espécies por seleção natural. Darwin, no entanto, não chegou a conhecer o iguana rosado.

Novas dúvidas

Os cientistas da Universidade de Roma reuniram provas que sugerem que o iguana rosado não é uma variação dos iguanas mais conhecidos de Galápagos, o amarelo Conolophus subcristatus, mas sim uma espécie separada.

Além de apresentarem comportamentos diferentes e características externas bastante distintas - como o formato de suas cristas, por exemplo -, as duas espécies têm DNAs pouco parecidos.

Segundo os pesquisadores, isso significa que a linha que levou às espécies de iguanas mais conhecidas divergiu daquela que gerou o rosado há cerca de 5,7 milhões anos.

Mas a descoberta leva a outra série de dúvidas. "Naquela época, todas as ilhas do oeste de Galápagos não exisitiam", disse à BBC Gabriele Gentile, chefe da equipe de cientistas. "Trata-se de um enigma, porque agora o iguana rosado vive em uma pequena parte da ilha de Isabela que se formou há menos de 500 mil anos."

Segundo Genitle, mesmo as partes mais antigas do arquipélago podem ter menos de 5 milhões de anos.
O cientista diz que a explicação pode ser o fato de que alguns vulcões que agora estão no fundo do mar estava acima da superfície quando os primeiros iguanas marinhos chegaram, o que permitiu que alguns subissem para a terra firme e começassem uma evolução separada.

Análises já realizadas com o DNA de iguanas mostrou que as espécies terrestres se originaram das marinhas há cerca de 10 milhões anos.

Segundo Gentile, existem menos de cem iguanas rosados e a espécie está ameaçada de extinção.
fonte: BBC

É filmado sapo raro pela 1ª vez, assista !


Cientistas da Sociedade Zoológica de Londres conseguiram filmar pela primeira vez o raro sapo púrpura, uma espécie descoberta em 2003 na Índia.

Assista ao vídeo da BBC

A dificuldade em filmar o anfíbio vem do fato de ele passar a maior parte do ano debaixo da terra. O animal costuma subir à superfície uma vez por ano para acasalar, mas depois volta a se enterrar.

O animal foi classificado como "fóssil" vivo pelos cientistas britânicos.

Fonte:BBC

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Cadela 'heroína' salva bebê abandonado na Argentina


Cadela vira heroína ao salvar bebê abandonado na Argentina
A história está sendo comparada à de Rômulo e Remo, na Itália
Uma cadela de oito anos resgatou um bebê prematuro recém-nascido abandonado por sua mãe em um terreno baldio de Buenos Aires, na Argentina.

A cadela, La China, encontrou a criança ao lado de um monte de madeira e lixo e carregou-a por 50 m até onde estavam seus próprios filhotes.

Ao ouvir o choro da criança, a dona da cadela encontrou o recém-nascido coberto com um pano e apenas alguns ferimentos leves, mas sem marcas de mordida.

Ela então chamou a polícia, que levou a criança para uma instituição assistencial até que se decida sobre o seu futuro. A mãe, uma adolescente de 14 anos, reapareceu pouco depois que o bebê foi encontrado.

O repórter da BBC em Buenos Aires Daniel Schweimler disse que a criança está sendo chamada de "bebê milagre" pela imprensa local, que compara a história à de Rômulo e Remo, os fundadores de Roma, achados por uma loba no local onde hoje fica a capital italiana.

Ele acrescentou, entretanto, que a fama não parece estar fazendo bem a La China: a cadela está "petrificada" com o assédio da mídia, e seus donos se dizem preocupados porque ela não está comendo.

Cães podem 'ler emoções' como humanos.

Cachorro
Cães apresentaram a tendência de olhar para o lado direito do rosto
Cães domésticos podem ter a capacidade de avaliar as emoções humanas ao olhar para o rosto de uma pessoa da mesma forma que nós fazemos, de acordo com uma reportagem da revista New Scientist.

A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Lincoln, na Inglaterra, e publicado na revista acadêmica Animal Cognition.

Segundo a reportagem da New Scientist, quando olhamos para um rosto que vemos pela primeira vez, temos a tendência de olhar primeiro à esquerda, para o lado direito do rosto da pessoa.

Isso só acontece quando olhamos para o rosto humano, e não para outros objetos. A revista diz que não há ainda uma explicação definitiva para isso, mas uma teoria é que o lado direito do rosto expressa melhor as emoções humanas.

Agora, o estudo dos pesquisadores britânicos afirma que os cães também têm o mesmo comportamento.

Rosto invertido

A equipe mostrou a 17 cães imagens de faces humanas, de cães e de macacos e também objetos inanimados.

Ao filmar os movimentos dos olhos e das cabeças dos animais, a equipe descobriu que, quando olhavam para o rosto humano, os cães também direcionavam o olhar à esquerda, para o lado direito da face.

O mesmo comportamento não foi verificado quando os cães olhavam para as outras imagens.

Segundo a reportagem, os pesquisadores sugerem que, depois de milhares de gerações de associação com os homens, os cães podem ter desenvolvido o comportamento como uma forma de identificar as emoções humanas.

No entanto, quando os cães olharam para um rosto invertido, com a testa para baixo, os animais ainda assim olhavam à esquerda. Já os seres humanos abandonam o comportamento quando estão diante da imagem de um rosto invertido.

Segundo a reportagem da New Scientist, os pesquisadores afirmam que isso não descarta a teoria de que os cães estão lendo as emoções humanas.

A explicação estaria no fato de que o lado direito do cérebro do cachorro - que processa informação do campo visual esquerdo - está melhor adaptado para interpretar a face humana e que os animais não teriam como adaptar isso.

Mistério

Ainda segundo a reportagem da New Scientist, trabalhos complementares realizados pelos pesquisadores britânicos concluíram que a tendência de olhar à esquerda entre os cães é muito mais forte quando se deparam com um rosto aparentemente bravo do que com um neutro ou feliz.

Mas nem todos pesquisadores estão convencidos de que o novo estudo oferece provas suficientes de que os cachorros podem, de fato, "ler" as emoções humanas.

O especialista Adam Miklosi, da Universidade Eotvos Loránd, em Budapeste, na Hungria, diz que o trabalho é interessante, mas que ainda é um mistério como os cães "entendem" o rosto humano.

"Os cães podem ser capazes de reconhecer o rosto do dono, mas não há evidência de que podem reconhecer a emoção facial humana", disse Miklosi à New Scientist.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Cão tenta salvar amigo atropelado que notícia !

Eu estava garimpando na Internet, aliás num site famoso, o youtube! Vejam o que acabei me deparando! Sim num vídeo de origem animal inacreditável! Sempre eu desconfiei que existia um espírito de ajuda e perseverança entre os animais mas essas cenas são bastantes comoventes entre esses dois cães! Confiram o vídeo, bom se nós nos arriscássemos pelo semelhante como esse cão! podem postar comentários!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Revelada mãe mais antiga do mundo!

O fóssil foi encontrado na região noroeste da Austrália
Cientistas australianos revelaram na revista especializada Nature os restos de um peixe extinto de 375 milhões de anos, um placoderme, com um embrião ainda ligado pelo cordão umbilical.
A descoberta da "mãe mais antiga do mundo" pode mudar os rumos da história da evolução e está sendo considerada pelos cientistas um marco na paleontologia.
Até a descoberta do fóssil do vertebrado, no noroeste da Austrália, a mãe mais antiga já conhecida tinha 200 milhões de anos a menos.
O fóssil prova que animais pré-históricos já dispunham de uma biologia reprodutiva complexa, comparável à de tubarões e arraias atuais.
"Olhei no microscópio e fiquei abobalhado, me faltaram palavras", disse o paleontólogo John Long.
Ovos
Antes deste fóssil, a ciência acreditava que as criaturas desta época só eram capazes de se reproduzir dentro de ovos.
Placodermes costumam ser descritos como "dinossauros dos mares" já que dominaram oceanos e lagos por quase setenta milhões de anos.
A maioria desses peixes era pequena, mas alguns chegavam a ter seis metros de comprimento.
O fóssil vai ser exibido na entrada do Museu de Melbourne, na Austrália, a partir desta quinta-feira
Fonte:BBC

Maior roedor que já existiu!

Ilustração do Josephoartigasia monesi
Mesmo com novo cálculo, roedor ainda é o maior já descoberto
Um fóssil de um roedor descoberto no Uruguai e apontado por cientistas como o maior que já existiu pode ter sido bem menor do que o calculado.
O crânio do Josephoartigasia monesi, que mede cerca de 50 centímetros de comprimento, foi descoberto por um paleontólogo amador há vários anos, na região do Rio da Prata. O roedor teria vivido na região entre 2 e 4 milhões de anos atrás.
Em janeiro de 2008 cientistas calcularam que ele pesava uma tonelada, mas novas estimativas afirmam que ele poderia ter pesado apenas um terço deste peso.
Virginie Millen, cientista da Universidade McGill, em Montreal, Canadá, afirmou que os modelos matemáticos usados para calcular a massa corporal do roedor a partir de seu crânio provavelmente superestimaram seu tamanho.
"O problema da extrapolação é considerado uma das maiores fontes de erro que leva cientistas a superestimarem a massa corporal (de um animal)", afirmou.
"O Josephoartigasia monesi é, certamente, o maior roedor já descrito. Mas, com base nestes cálculos, sua massa corporal pode ter sido de 350 quilos", acrescentou.
Os detalhes da nova descoberta foram publicados na revista especializada britânica Proceedings of the Royal Society, Biological Sciences.
Estimativas
O fóssil permaneceu durante três anos no Museu Nacional de História Natural e Antropologia, na capital uruguaia, Montevidéu, até que fosse analisado e descrito em janeiro de 2008 por uma equipe de pesquisadores uruguaios.
A equipe analisou diferentes parâmetros do crânio e chegou à conclusão de que sua massa corporal estimada poderia variar entre 468 quilos e 2.586 quilos, com um valor médio de 1.211 quilos.
Virginie Millen decidiu recalcular estas estimativas de tamanho, usando uma amostra maior de roedores para comparação e fazendo vários ajustes ao método matemático usado pela equipe original.
Várias das estimativas resultantes foram menores do que os cálculos originais, mas algumas são maiores.
Resposta
Rudemar Ernesto Blanco, um dos integrantes da equipe do Instituto de Física de Montevidéu, defendeu os resultados anunciados por sua equipe em janeiro.
O cientista destacou que o valor médio de 900 quilos, apontado por Virginie Millen, não é tão diferente da estimativa média de 1.211 quilos calculados pela equipe uruguaia.
"Os métodos dela (Millen) provavelmente são mais precisos, mas nossas conclusões são bem parecidas", escreveu Blanco na revista Proceedings of the Royal Society, Biological Sciences.
"Com uma quantidade tão grande de incertezas, uma diferença de 25% dos valores não é muito grande", afirmou.
Blanco também criticou a ênfase colocada pela pesquisadora da Universidade McGill no número mais baixo, de 350 quilos, quando a análise de Millen sugere que a massa corporal do roedor pode ter chegado a 1,5 tonelada.
A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é o maior roedor dos nossos dias, mas é muito menor do que o seu possível parente pré-histórico: tem apenas 1,5 metro de comprimento e só chega a pesar cerca de 60 quilos.
Fonte:BBC

domingo, 9 de novembro de 2008

Cientistas descobrem novas florestas fósseis

Fóssil de uma espécie de samambaia. Foto: Illinois State Geological Survey
Cientistas crêem poder tirar lições sobre aquecimento global
Cientistas americanos e britânicos anunciaram ter descoberto novas florestas fósseis de 300 milhões de anos em minas de carvão em Illinois, nos Estados Unidos.
A antiga vegetação, hoje transformada em rocha, é remanescente das primeiras florestas tropicais do mundo, que passaram pelo período em que o planeta se aqueceu e deixou a chamada Era do Gelo.
Os pesquisadores dizem acreditar que o estudo da dinâmica da antiga vegetação pode fornecer elementos para compreender como as florestas modernas reagirão à elevação da temperatura da Terra.
Os detalhes foram apresentados pelo paleontólogo Howard Falcon-Long, da Universidade de Bristol, em um evento sobre aquecimento global na Inglaterra.
"O fascinante é que descobrimos que estas florestas entraram dramaticamente em colapso em um período que coincidiu com o aquecimento global", disse Falcon-Lang.
Ecossistema diferente
O paleontólogo afirma que, há 300 milhões de anos, a Terra passava de seu estado frio, com grandes blocos de gelo, para um estado caracterizado por um clima quente e sem gelo.
"O mais interessante é que as florestas (que descobrimos) datam de antes e depois desse período, então podemos ver como as primeiras florestas do nosso planeta responderam ao aquecimento global", diz o cientista.
"A floresta que existia antes do aquecimento é dominada por árvores de musgo altas, gigantes", acrescenta. "Depois, essas florestas mudam completamente."
"Todo o sistema entra em colapso e se reorganiza, é substituído por uma vegetação de samambaias e ervas, um ecossistema completamente diferente", completa Falcon-Long.
Comparações
Segundo a equipe liderada pelos pesquisadores, algumas das florestas chegam a se espalhar por 10 mil hectares – o tamanho de uma cidade.
Eles já haviam anunciado uma descoberta semelhante no ano passado. De lá para cá, outras cinco florestas foram descobertas.
Cientistas escavam em mina em Illinois, EUA. Foto: Howard Falcon-Lang, Universidade de Bristol
Fósseis de floresta são os maiores já encontrados no mundo
Os cientistas disseram ter encontrado as florestas em camadas, umas sobre as outras. Para eles, o terreno antigo experimentou repetidos períodos de subsidência e inundações, que enterraram as matas em uma seqüência vertical.
A vegetação se tornou visível por conta da extensa atividade mineradora na área entre os Estados de Illinois, Indiana e Kentucky.
Os pesquisadores dizem que o próximo passo da pesquisa é definir com mais precisão os períodos em que os eventos geológicos ocorreram, caracterizando as condições ambientais exatas da época. Só então será possível comparar os fatores que precipitaram o antigo colapso com as circunstâncias modernas.
"Sabemos que houve aquecimento global, sabemos que as florestas tropicais colapsaram em resposta, mas ainda não entendemos o que causou este colapso", diz Falcon-Long.
"Vamos nos próximos cinco anos voltar e tentar chegar a uma boa resolução", acrescentou. "Primeiro, para saber a rapidez com que essas florestas entraram em colapso – uma década, cem anos, mil anos?"
"Também queremos saber as condições da atmosfera: se houve mudanças na atmosfera, se os níveis de dióxido de carbono estavam se elevando na atmosfera como estão hoje, e se isso estava precipitando o colapso das matas tropicais."
* Com informações do repórter Jonathan Amos, da BBC News em Liverpool.

Menina de 5 anos encontra vértebra de rinoceronte da Idade do Gelo


Emelia Fawbert exibe o fóssil
Emelia participou de caça aos fósseis pela primeira vez
Os restos de um rinoceronte da Idade do Gelo foram encontrados por uma menina de cinco anos de idade em um parque aquático da Inglaterra.
Emelia Fawbert encontrou a carcaça fossilizada no Cotswold Water Park perto de Cirencester, durante uma atividade denominada de caça aos fósseis realizada no local no dia 26 de outubro.
Emelia e o pai James encontraram uma vértebra atlas de rinoceronte lanoso, que viveu local há cerca de 50 mil anos.
Parte da vértebra atlas, que servia de apoio à cabeça do animal, ficou exposta por uma recente escavação no local.
Emelia e o pai usaram uma pá para retirar o osso da terra. A peça foi colocada em um saquinho lacrado e doada a um museu.
A caça, envolvendo 75 pessoas, também descobriu o osso de uma perna e uma vértebra de um veado da Idade do Gelo e restos de uma criatura parecida com a lula do Período Jurássico, há cerca de 150 milhões de anos.
Emelia, que quer se tornar uma paleontologista, participou da caça aos fósseis pela primeira vez.
A atividade foi organizada pela Cotswold Water Park Society e liderada pelo paleontologista Neville Hollingworth, que descobriu restos de um rinoceronte lanoso perto de Swindon em 2004. 
Fonte:BBC Brasil

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Esponjas Marinhas! Seres fascinantes!

As esponjas marinhas são as formas de vida mais primitiva que se sabe que existe e existiu desde os primórdios da Terra! segundo os cientistas se cruzarmos todas as cadeias de DNA dos seres vivos nos depararíamos com um único ancestral, A esponja !Vejam este pequeno vídeo e tirem sua conclusões, podem postar comentários se quiserem!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Novas espécies marinhas na Austrália foram descobertas

Os biólogos dizem ter encontrado habitats "casas de boneca" onde vivem espécies como este tipo de lesma. O censo global da vida marinha reúne pesquisadores de mais de 80 países.
Os cientistas australianos encontraram dezenas de pequenas espécies de crustáceos. Uma delas é o caranguejo branco, que habita as águas de Heron Island.
Segundo os especialistas, os corais são ameaçados por uma série de fatores, como acidez dos oceanos, poluição, aquecimento, pesca e o efeito predatório de alguns tipos de peixe.
A equipe de especialistas identificou cerca de 300 corais moles, como este Dendronepthya. Das espécies encontradas, 130 eram completamente desconhecidas.
Rick Morris filma corais moles no norte de Heron Island. O Censo global da Vida Marinha é um projeto de 10 anos que visa fazer um levantamento da vida marinha em oceanos de todo o mundo.
A pesquisa, realizada por especialistas do Museum of Tropical Queensland, é o primeiro inventário sistemático de corais moles e de vários ecossistemas marinhos australianos.
Os cientistas acreditam que esta alga marinha de cor verde, encontrada na Heron Island, pode ser uma nova espécie. As expedições foram patrocinadas pelo Censo Global da Vida Marinha.
Exploradores australianos descobriram centenas de novas espécies marinhas na costa da Austrália. Entre as identificadas está a espécie de água viva ctenophore.

Exploradores australianos descobriram centenas de novas espécies marinhas na costa noroeste da Austrália – um local bem conhecido dos mergulhadores.
As expedições foram conduzidas por especialistas do Museum of Tropical Queensland. Eles divulgaram os resultados iniciais de suas descobertas, assim como imagens inéditas de sua pesquisa, que busca registrar a diversidade da vida marinha australiana.

As pesquisas foram patrocinadas pelo Censo Global da Vida Marinha - um projeto de 10 anos que visa fazer um levantamento da vida marinha em oceanos de todo o mundo e reúne pesquisadores de mais de 80 países.

A equipe de especialistas australianos identificou cerca de 300 corais moles. Das espécies encontradas, 130 eram completamente desconhecidas.

Entre as possíveis novas espécies encontradas pelos exploradores australianos está uma alga marinha de cor de verde, descoberta na região de Heron Island.

Segundo os especialistas, os corais são ameaçados por uma série de fatores, como acidez dos oceanos, poluição, aquecimento, pesca e o efeito predatório de alguns tipos de peixe.

Os cientistas australianos encontraram ainda dezenas de pequenas espécies de crustáceos. Uma delas é o caranguejo branco, que habita as águas de Heron Island.

O estudo é um dos eventos que marcam o Ano Internacional do Recife de Coral. Para biólogos, as expedições evidenciam o quão longe se está de descobrir a diversidade das espécies que habitam os recifes.

Fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Os Melhores Construtores !

Título Original: Builders - EUA 2002

Sinopse: As aranhas pode construir teias tão complexas capazes de interromper até o vôo de um pássaro. Já os abrigos construídos pelas marmotas podem não impressionar muito por fora, mas são todos interligados e considerados como pequenas cidades. Conheça os maiores construtores do mundo animal no TOP 10 de "Animal Planet ao Extremo". Tamanho: 282 MB Qualidade: AVI

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terça-feira, 16 de setembro de 2008

A Vida da Águia e a do Homem!





Uma singela comparação entre a vida da Águia e a do Homem. Conhecendo mais da vida dessa ave podemos tirar daí grandes lições.A águia é o simbolo de luta, pois só vendo esse vídeo, compreenderão o porque do mérito!!!

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Os tubarões

Ataques de tubarões

É difícil falar-se de tubarões, sem se falar de ataques a seres humanos. Curiosamente, apesar de muito falados, estes ataques são raros: em média ocorrem 50 ataques por ano em todo o mundo, dos quais 8 são fatais. Compare isso com os milhares de pessoas que morrem todos os anos em acidentes de viação e guerras...

Um dos ataques de tubarões mais famosos ocorreu na Áustrália, em 1967. Rodney Fox participava num campeonato de caça submarina e, tal como os outros concorrentes, havia capturado vários peixes. Por isso, a água estava impregnada de sangue - em quantidades suficientes para atrair tubarões...

Quando Rodney se preparava para arpoar o último peixe, sentiu um encontrão fortíssimo num dos flancos. Era um grande tubarão-branco! O tubarão agarrou Rodney e, apesar dos seus esforços para escapar, sacudiu-o violentamente. Lembrando-se que os olhos dos tubarões são um ponto vulnerável, o mergulhador reuniu todas as suas forças e socou um olho do tubarão. Inesperadamente, o tubarão largou-o! A sangrar e quase sem ar, Rodney nadou em direcção à superfície. Mas sentiu um puxão e foi arrastado para baixo. O tubarão estava a puxar os peixes presos ao cinto de Rodney! Ferido e a afundar cada vez mais, não conseguia soltar o cinto. Mas, de repente, a linha que prendia os peixes partiu-se. Rodney nadou para a superfície e felizmente, foi avistado e salvo. Estava gravemente ferido: tinha várias costelas esmagadas e a caixa torácica, pulmões e abdómen estavam abertos. Quatro horas de cirurgia e 462 pontos salvaram-lhe a vida.

Ao contrário do que se esperaria, Rodney não guardou rancor aos tubarões-brancos. A partir de então, dedicou a sua vida ao estudo e protecção destes animais, de que é um grande defensor. A sua paixão por tubarões é tão grande, que os seus amigos dizem que "o tubarão mordeu Rodney e passou a viver dentro dele"...

Mas porque motivo os tubarões atacam os seres humanos?

Duas situações distintas podem estar na origem dos ataques de tubarões ao ser humano: ameaça/agressão e alimentação.

Ameaça/agressão: muitas vezes, sem saber, um mergulhador pode estar a invadir o território de um tubarão. Ao sentir-se ameaçado, o tubarão tenta afastar o intruso. Primeiro através de alterações da postura do corpo - comportamento agonístico -e, em último caso, atacando-o. Um tubarão também se sente ameaçado se estiver a repousar e o incomodarem - com puxões das barbatanas etc. (sim, há pessoas que o fazem...)

Comportamento agonístico: este comportameto é um sério aviso para as pessoas se afastarem e sairem da água.

Alimentação: Nestes casos, o tubarão confunde a vítima com as suas presas. São os ataques com maior probabilidade de serem fatais, uma vez que os responsáveis são grandes predadores como o tubarão-branco, o tubarão-tigre (Carcharhinus leucas) ou o tubarão-touro (Galeocerdo cuvier). Estes tubarões alimentam-se de mamíferos marinhos e tartarugas. Note-se que, na perspectiva do tubarão, um surfista se assemelha a uma presa.

O Tubarão-Branco (Carcharodon carcharias) - (Família Lamnidae)

Os tubarões-brancos são, talvez, os animais marinhos mais temidos pelo ser humano. No entanto, apesar da sua fama, só recentemente se começou a conhecer melhor a biologia e o comportamento destes animais. Felizmente, a imagem de monstros insaciáveis e devoradores de Homens tem vindo a mudar e, cada vez mais, os tubarões-brancos despertam a admiração e o respeito das pessoas. Estas aprendem que devem aceitar e respeitar a sua presença nos oceanos, onde são fundamentais.

Alimentação: são verdadeiros predadores de topo. Por isso, desmpenham um papel crucial na manutenção do equilíbrio dos ecossistemas onde se integram, controlando as populações das suas presas. Os jovens alimentam-se de peixes e, conforme crescem, passam a comer mamíferos marinhos. O ser humano não faz parte da sua dieta...

Reprodução: só se começam a reproduzir a partir dos 12-14 anos de idade. São ovovivíparos e as fêmeas dão à luz entre 7 e 9 tubarões, com cerca de 1,5 m de comprimento.

Tamanho e idade: podem viver mais de 20 anos e crescem até perto dos 6 m.

Habitat e distribuição: águas temperadas costeiras de todo o mundo, especialmente EUA, Austrália e África do Sul. Também surgem ao largo de Portugal Continental e Ilhas! O Mediterrâneo e Adriático são especialmente frequentados por tubarões juvenis.

Temperatura corporal: são dos raros peixes capazes de manter a temperatura corporal acima da água. Em águas a 13ºC, o seu organismo pode estar a cerca de 28ºC.

Em vias de extinção: os tubarões-brancos são cada vez mais raros devido à acção do Homem, através da caça indiscriminada. Poe este motivo, é já uma espécie protegida nos EUA, África do Sul, Malta e Austrália.

Créditos: km-stressnet

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Sucuri vomita capivara !


Cobra sucuri vomita um bicho que estava em seu estomago.

Os peixinhos da Amazônia


"O comércio de peixes ornamentais é uma atividade que ainda gera muita polêmica. Até o Congresso Nacional já realizou um CPI para investigar o comércio e, o que se descobriu foi assustador"

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A criatura mais esquisita do mundo é mamífero, réptil e ave


O ornitorrinco possui pêlos como um mamífero, pés de pato como uma ave, põe ovos e possui veneno como um réptil. E o manual de instruções da natureza para este “esquisitão”, veja só, é igualmente uma confusão.

Para descobrir as relações evolucionárias entre o ornitorrinco e os outros animais, os pesquisadores compararam o genoma de uma fêmea, que apelidaram de Glennie, com o dos humanos, rato, cães, opossums e galinhas. Estas últimas foram incluídas para representar os animais que botam ovos e, assim como répteis extintos, passaram muito de seu DNA para o ornitorrinco e outros mamíferos no curso da evolução.

Revista HypeScience

Com aproximadamente 2,2 bilhões de pares de base, o ornitorrinco tem cerca de dois terços do tamanho do genoma humano, os pesquisadores descobriram. Ele compartilha mais de 80% de seus genes com outros mamíferos.

Assim como os humanos eles carregam cromossomos X e Y. Mas diferentemente de nós, estes não são cromossomos sexuais. “Isso significa que nós podemos voltar no tempo em que nossos cromossomos sexuais eram apenas cromossomos comuns”, disse Jenny.
A pesquisa revelou que o animal possui 52 cromossomos, incluindo 10 cromossomos sexuais.
O genoma também incluía seções de DNA ligados a botar ovos e outros a lactação. Como os ornitorrincos não possuem mamilos os filhotes sugam o leite através da pele abdominal da mãe.
Outra esquisitice: Enquanto o animal nada ele mantém seus olhos, narinas e ouvidos fechados e seu bico funciona como uma antena detectando os fracos campos elétricos das presas ao redor. Mesmo assim o genoma do animal revela genes olfativos.
O estudo, que incluiu mais de cem cientistas ao redor do mundo foi financiado pelo National Human Genome Research Institute (NHGRI).

Méritos: hypescience

sábado, 17 de maio de 2008

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