@@ Desde Música a Astronomia !Da História a Arte antiga e Contemporânea,Ecologia e Meio Ambiente,Consciência Global,Notícias e também Vídeos sobre vários temas e Jogos! @@

Postagens populares !

Mostrando postagens com marcador Realidades de nosso Planeta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Realidades de nosso Planeta. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de novembro de 2010

Até onde podemos chegar ?










 







O ser humano cria, inventa novas tecnologias para poder atravessar as barreiras do impossível! Pisou na lua! Orbitou em volta da Terra,criou grandes telescópios para poder ver além do horizonteplanetário,além das estrelas das nebulosas e muito além das galáxias!Para que? Talvez para encontrar vida? Mais tecnologia?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Temperaturas no Ártico atingem nível recorde

Temperaturas no Ártico atingem nível recorde, diz relatório
Plataforma de Ward Hunt. Cortesia: Denis Sarrazin, ArcticNet/Centre d'Etudes Nordiques
Ártico reage a 'causas múltiplas' mais clara e rapidamente
A região do Ártico está neste ano registrando temperaturas de outono recordes e a segunda maior perda de gelo oceânico da história, segundo o relatório anual da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

O Annual Arctic Report Card, compilado por 46 cientistas de dez países, ressalta ainda que o Oceano Ártico está mais quente e menos salgado à medida que o gelo derrete, e que as populações de rena parecem estar em declínio.

"As temperaturas de outono estão 5º C acima do normal, um recorde, em conseqüência da grande perda de gelo oceânico nos anos recentes, que permite maior aquecimento do oceano", atesta o relatório.

Segundo o estudo, o ano de 2007 foi o mais quente já registrado no Ártico. Neste ano, as temperaturas de inverno e primavera "permanecem relativamente altas" em toda a região, "em contraste com as do século 20 e em consistência com uma influência emergente do aquecimento global".

Imagens obtidas por satélite indicam que, após um verão em derretimento, a extensão mínima do gelo ártico atingiu 4,7 milhões de quilômetros quadrados.

É apenas "um pouco" melhor do que o recorde mínimo de 4,3 milhões de quilômetros quadrados registrado há apenas um ano, em setembro de 2007, quando a cobertura de gelo do oceano ficou 39% abaixo da média de 1979-2000, e 50% abaixo da média 1950-70.

"A extensão mínima (do gelo) no verão de 2008 reforça ainda mais as fortes tendências negativas em relação ao derretimento da cobertura observado nos verões dos últimos 30 anos", diz o estudo.

Conseqüências

Como conseqüência do derretimento, o Oceano Ártico continua a se aquecer e se tornar mais doce. Outro efeito é que a taxa de elevação das águas chegou a quase 0,1 polegada (25 milímetros) por ano, uma taxa considerada "sem precedentes".

"As mudanças no Ártico mostram mais claramente do que em outras regiões um efeito dominó em decorrência de múltiplas causas", disse o oceanógrafo James Overland, do Laboratório Ambiental Marinho do Pacífico da Noaa.

"É um sistema sensível e normalmente reflete mudanças de modo relativamente rápido e dramático."

As mudanças têm efeito sobre o ecossistema da região. Manadas de renas, que vinham aumentando desde os anos 1970, agora mostram sinais de estabilidade ou declínio, de acordo com o estudo.

Além disso, populações de ganso estão aumentando e tomando outras regiões dentro do ecossistema do Ártico.

Fonte: BBC Brasil

Desmatamento gera perdas para economia

Desmatamento gera mais perdas para economia do que mercados, diz estudo
árvores derrubadas
Para economista, perdas com devastação da natureza são enormes
A economia global está perdendo mais dinheiro com o desaparecimento das florestas do que com a atual crise financeira global, segundo conclusões de um estudo encomendado pela União Européia.

A pesquisa, A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês) foi realizada por um economista do Deutsche Bank. Ele calcula que os desperdícios anuais com o desmatamento vão de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões. O número inclui o valor de vários serviços oferecidos pelas florestas, como água limpa e a absorção do dióxido de carbono.

O estudo tem sido discutido durante várias sessões do Congresso Mundial de Conservação, que está sendo realizado em Barcelona. Em entrevista à BBC News, o coordenador do relatório, Pava Sukhdev, enfatizou que o custo com a degradação da natureza está ultrapassando o dos mercados financeiros globais. O custo não é apenas maior, ele é contínuo”, disse Sukhdev.

“Enquanto Wall Street, segundo vários cálculos, tenha perdido entre US$ 1 trilhão a US$ 1,5 trilhão, estamos perdendo capital natural no valor de pelo menos US$ 2 a US$ 5 trilhões todos os anos”.

Pobres

O relatório foi iniciado na Alemanha quando o país ocupava a presidência rotativa da União Européia, com fundos da Comissão Européia.

A primeira, concluída em maio, apontou que as perdas com a destruição das florestas equivalem a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Segundo o economista, para entender as conclusões do estudo é preciso saber que à medida que as florestas são destruídas, a natureza pára de fornecer serviços que normalmente oferecem de graça.

Como conseqüência, o homem tem de passar a produzir tais serviços, seja pela construção de reservatórios ou de estruturas para seqüestrar dióxido de carbono ou áreas para o plantio que antes estavam disponíveis naturalmente.

Ainda segundo os dados do Teeb, os gastos com a degradação do ambiente recaem mais sobre os mais pobres, que tiram boa parte de seu sustento diretamente da floresta, principalmente nas áreas tropicais.

Para as nações do Ocidente, as maiores gastos se refletiriam com as perdas dos elementos absorvedores naturais dos gases poluentes.

O relatório tomou como base o Stern Review, um estudo divulgado em 2006 na Grã-Bretanha, que analisa o impacto econômico do aquecimento global e afirma as mudanças climáticas podem causar o mais profundo e extenso dano à economia mundial já visto.

“Os dados divulgados no Stern Review fizeram com que os políticos acordassem para a realidade”, afirmou Andrew Mitchell, diretor do Programa Global Canopy, uma organização que canaliza recursos financeiros para a preservação florestal.

“O Teeb terá o mesmo valor, e mostrará os riscos que nós corremos se não os avaliarmos corretamente”.

Alguns participantes do evento esperam que o novo estudo será uma nova forma de convencer legisladores a criar políticas que financiem a proteção da natureza em vez de permitir que o declínio de ecossistemas e espécies continue.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A Amazônia Não é do Brasil!

Quer Comprar um Pedaço da Amazônia?

Johan Eliasch é milionário, dono de uma das maiores marcas de material esportivo do mundo. É sueco e tem cidadania britânica. Na Inglaterra, foi um dos financiadores do Partido Conservador, de oposição. Mas, em 2007, mudou de lado. Agora, apóia os trabalhistas e é consultor do primeiro-ministro Gordon Brown para assuntos ambientais.
É dono de cerca de 160 mil hectares da floresta amazônica.
Esses 160 mil hectares equivalem a uma área maior do que a cidade de São Paulo, que tem 1.523 quilômetros quadrados.
O projeto de Eliasch tem como principal vertente a criação de santuários ecológicos administrados por particulares. Em 2005, ele próprio adquiriu 160 mil hectares (equivalente a quase 200 mil campos de futebol) no Estado do Amazonas, tirando de cena uma madeireira ilegal.
Gastou cerca de US$ 10 milhões. A transação teve o aval da noiva, a brasileira Ana Paula Junqueira, de 35 anos, que tentou (sem sucesso) duas vezes se eleger deputada federal: em 1994 (pelo PMDB) e em 1998 (pelo PFL).
Filha de fazendeiros, ela é conselheira de Eliasch para assuntos ecológicos.
O empresário diz que uma parte dos US$ 18 bilhões seria drenada para programas governamentais de saúde, educação e infra-estrutura para os 20 milhões de habitantes da região.
Os 5,1 milhões de quilômetros quadrados que compõem a Amazônia são responsáveis pela produção de 20% do oxigênio do planeta. A área também abriga 30% das reservas de água doce potável do mundo. Apesar de sua importância para a humanidade, a região vem sendo devastada por queimadas, pela derrubada indiscriminada de árvores e pela poluição de seus rios.

Em outra ponta encontramos esta declaração.

Das 276 mil organizações não-governamentais que atuam no Brasil, 100 mil estão na Amazônia e muitas atuam com interesses ocultos na região, envolvidas com o tráfico de drogas, armas, lavagem de dinheiro e espionagem.
O diagnóstico foi apresentado pelo general Maynard Marques Santa Rosa, secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.
De acordo com o general, "o Brasil é o único país do mundo que não opõe restrições à atuação de ONGs, e a base legal para isso é a própria Constituição Federal".
O artigo 5º, inciso XVII, da Constituição declara que é plena a liberdade de associação para fins lícitos e que, com base nessa legislação, as ONGs atuam livremente no Brasil. Na sua avaliação, somente com uma reforma constitucional capaz de restringir essa atuação a situação poderia ser modificada, pois a legislação comum é inócua.
Fonte: http://globovox.globo.com/
Agora veja este vídeo de uma outra Ong e tire suas conclusões.



A Amazônia ainda é nossa? Será?

A terceira grande revolução humana!

Um bypass inspirado no coração da baleia corcunda, vacinas que não se estragam com o calor como a planta da ressurreição africana ou superfícies livres de fricção que imitam a pele de lagartixa são algumas das inovações tecnológicas produto do biomimetismo, informa a agência Lusa.
Esta ciência - conhecida como biomémesis- inspira-se na natureza e nos quatro milhões de anos de experiência e foi definida em Barcelona como o início da terceira revolução humana depois da descoberta do fogo e da revolução industrial.
A afirmação foi feita em conferência de imprensa pelo cientista espanhol Jorge Wagensberg, a investigadora norte-americana Janine Benyus, impulsionadora do biomimetismo, e o empresário belga Gunter Pauli, fundador da empresa Zero Emissions Research and Initiatives, com sede no Japão.
Benyus e Pauli apresentaram a lista dos «100 milhões da natureza», uma centena de inovações científicas baseadas no biomimetismo que se encontram em diversas fases de comercialização e que são descritas como uma nova forma de enfrentar o futuro, não só a nível científico, mas também empresarial e económico.
«Trata-se de identificar as aplicações que a natureza desenvolveu ao longo de milhões de anos e que a humanidade pode imitar para desenhar um planeta mais sustentável e saudável», disse Benyus. Wagensberg explicou que estas investigações podem realizar-se agora graças à nanotecnología, que possibilita imagens muito precisas, vitais para os cientistas.
Mas também devemos usar os recursos naturais com sabedoria, pois se não fizermos de tal forma vamos cada vez mais poluir o meio ambiente e, acabar com todos nichos ecológicos por causa de nossa super produção de bens de consumos, pois nós humanos nos tornamos escravos de nosso próprio consumo, pois trabalhamos para que? Para podermos ganhar dinheiro e nos alimentarmos e também comprar todo tipos de bens e consumos, por isso devemos reciclar cada vez os materiais, separando o lixo orgânico de materiais recicláveis e,
assim formando uma cadeia de sustentação global sem prejudicar o meio em que vivemos!!!

sábado, 13 de setembro de 2008

Life after people ( O mundo sem ninguém) 2008



As pirâmides talvez existam para sempre. As cidades vão desaparecer. Nossas maiores obras primas vão desmoronar e desaparecer. E nossas garrafas de plástico formarão enormes ilhas flutuantes vagando pelos oceanos por milênios. À medida que o aquecimento global e a exaustão dos recursos naturais se tornam mais prementes, é importante considerar como podemos reduzir nosso impacto sobre o planeta. O MUNDO SEM NINGUÉM leva em conta a redução total do nosso impacto: o desaparecimento do ser humano. A intrigante noção do futuro pós-humano do nosso planeta (um exercício de imaginação fascinante explorado por cientistas e estudiosos) é exaustivamente explorado nesse especial do THC através de um vívido imaginário e cativante computação gráfica. Viaje com O MUNDO SEM NINGUÉM a lugares ao redor do mundo já enfrentando esse processo. Ficaremos impressionados pelas mudanças ocorridas depois de apenas algumas décadas na fantasmagórica cidade de Chernobyl, abandonada em 1986, e nas cidades costeiras do Maine. Essa produção acelera o relógio através de séculos no futuro para mostrar uma Terra sem os humanos. Especialistas em engenharia, botânica, ecologia, biologia, geologia, climatologia e geologia fornecem respostas a muitas perguntas provocativas.
O que aconteceria com a Terra se os humanos desaparecessem?
Todas as nossas obras desapareceriam do planeta?
Quanto tempo isso levaria?
As espécies ameaçadas de extinção prosperarão ou a exterminação continuará pacificamente?
Não é o nosso futuro. É o futuro do planeta.

Tamanho: 447Mb
Idioma: Dublado

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Geleiras do Peru podem sumir em 25 anos

Geleira no Peru

Cientistas dizem que as geleiras andinas estão derretendo em um ritmo tão acelerado que correm o risco de desaparecer completamente em 25 anos.

Especialistas em glaciologia se reuniram no Peru nesta semana para discutir formas de frear o derretimento das geleiras, que são uma importante fonte de água e hidroenergia para milhões de pessoas.

Um relatório recente da Universidade do Pacífico do Peru prevê que, em 2025, 70% da população andina vai ter grandes dificuldades de acesso a fontes de água limpa por causa do derretimento das geleiras.

O fenômeno também pode levar a perdas de até US$ 30 bilhões por ano. "Se quisermos salvar as geleiras, não podemos ficar sem fazer nada", diz Wilson Suarez, professor da Universidade de Montpellier, na França.

"É um processo global, a tempertaura vai aumentar", acrescenta Suarez. "Estudos têm de ser feitos e temos de nos adaptar com base nos resultados destes estudos."

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Complexidade do Interior da Terra

Interior da Terra é mais complexo do que se imaginava !Dois geólogos da Universidade do Arizona, Estados Unidos, criaram um novo modelo do interior da Terra, reunindo pela primeira vez uma série de hipóteses e informações recolhidas por experiências ao longo dos últimos anos, mas que até agora eram desconexas e até contraditórias.

"Mas nós descobrimos que há um quadro único que é compatível com todas essas diferentes descobertas," diz Edward Garnero, que desenvolveu o novo modelo juntamente com seu colega Allen McNamara.

Movimento do manto

O resultado é um novo corpo teórico consistente e que explica o movimento do manto - a porção do interior da Terra entre a crosta e o núcleo - de forma consistente com as mais recentes medições sismológicas. Segundo os pesquisadores, há pelo menos 20 versões diferentes de explicações sobre o manto sendo ensinadas nas escolas hoje.

Manto heterogêneo

O novo modelo descreve essa porção do interior da Terra como quimicamente complexo, em clara oposição ao paradigma tradicional de um manto homogêneo, tanto química, quanto fisicamente.
O modelo tradicional descreve o interior da Terra na forma de esferas concêntricas simples, representando o núcleo, o manto e a crosta. Mas o interior da Terra não é assim tão simples, dizem os cientistas.

O interior da Terra está longe de ser um depósito empoeirado onde está registrada a história geológica do nosso planeta. Ao contrário, ele está em constante movimento e sofrendo alterações o tempo todo.
O movimento das placas tectônicas, por exemplo - que explica desde a separação dos continentes, até os terremotos - tem explicações totalmente diferentes se o manto é isoquímico ou heterogêneo, formado por diferentes tipos de substâncias. Garnero e McNamara propõem justamente este último caso, que o interior da Terra é formado por inúmeros elementos químicos diferentes.


Bibliografia:
Structure and Dynamics of Earth's Lower Mantle
Ed Garnero, Allen McNamara
Science
May 2008
Vol.: 320. no. 5876, pp. 626 - 628
DOI: 10.1126/science.1148028

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Tribo rara e intacta é fotografada na Amazônia

Índios da Amazônia, de uma das últimas tribos isoladas, foram fotografados via aérea e geraram imagens incríveis divulgadas nesta quinta-feira mostrando que eles pintam seus rostos de vermelho carregam arcos e flechas.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Acupuntura planetária


Em 2005, cientistas descobriram que um novo arranha-céu em Taiwan pode causar terremotos. É um típico exemplo de acupuntura mal feita no planeta.

Chamado de Taipei 101, por enquanto é o mais alto prédio do mundo, até terminar a torre de Al Burj que será ainda mais alta-900m. Mas, por enquanto, o prédio Taipei 101, com 500 metros de altura é o mais alto.

Apesar do feito espetacular de engenharia, os geologistas analisaram a mega estrutura e, chegaram a conclusão que a altura e o excessivo peso do prédio podem desestabilizar as camadas geológicas da região. Podem também desencadear terremotos.

As civilizações antigas colocavam totens pesados, em posições estratégicas, nas suas aldeias, para provocar benefícios da energia da terra. Sem saber, faziam uma espécie de acupuntura na superfície onde moravam, com a finalidade de viver melhor com as forças da natureza. Atualmente, esse tipo de procedimento é denominado de acupuntura planetária.

terça-feira, 15 de abril de 2008

China é maior emissor de gases poluentes

Fábrica na província chinesa de Jilin
Pesquisa sugere que dados oficiais estão subestimados
A China já superou os Estados Unidos e é hoje a maior emissora de gases causadores do efeito estufa, segundo um estudo da Universidade da Califórnia que será oficialmente publicado no mês que vem.

O estudo se baseou em dados de 2004 e estima que a China se tornou o maior emissor de gases causadores do efeito estufa no período entre 2006 e 2007.

Os pesquisadores colheram informações de 30 escritórios regionais dos órgãos de proteção ambiental da China para indicar que as estatísticas oficiais divulgadas por Pequim estão subestimadas.

A conclusão do estudo sugere que a China mude radicalmente sua política energética, que é bastante dependente do carvão.

Poluição per capita

A pesquisa deverá ser publicada pela revista especializada Journal of Environment Economics and Management em maio.

Segundo o levantamento, se não houver mudança, a poluição causada pela China será várias vezes maior que a soma dos cortes de emissões feitos pelas nações ricas em cumprimento ao protocolo de Kyoto.

Entretanto, ainda que a China tenha se tornado em termos absolutos a nação que mais polui no mundo, na média per capita, o estilo de vida de um cidadão dos Estados Unidos gera entre cinco e seis vezes mais emissões de gases causadores do efeito estufa do que o de um indivíduo chinês.

'Realmente Chocante'

O pesquisador chefe que conduziu o estudo, Max Auffhammer, acredita que a conclusão do estudo é "realmente chocante".

Entretanto, ele diz que "não há razão para apontar o dedo aos chineses. Eles estão tentando retirar pessoas da pobreza e eles claramente precisam de ajuda".

Segundo Auffhammer, a "única solução é uma grande transferência de tecnologia (ambiental) e riqueza do ocidente".

Mas Auffhammer reconhece que as chances de isso acontecer são praticamente nulas.

Fotos mostram lixo espacial na órbita da Terra

Imagem dos resíduos espaciais. Foto: Agência Espacial Européia


A Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira imagens do lixo espacial em órbita em volta da Terra.

Segundo a agência, entre o primeiro lançamento, em 1957, e janeiro de 2008, cerca de 6 mil satélites já foram enviados para a órbita terrestre. Destes, apenas 800 estariam ativos e 45% estariam localizados a uma distância de até 32 mil quilômetros da superfície terrestre.

Além dos satélites desativados, as fotos de satélite mostram resíduos espaciais como fragmentos de aeronaves espaciais que se quebraram, explodiram ou foram abandonados. De acordo com a ESA, aproximadamente 50% dos objetos que podem ser rastreados são derivados de explosões ou colisões na órbita terrestre.

Foto: Agência Espacial Européia
A vista do Pólo Norte

O lançamento do Sputnik – o primeiro satélite artificial, lançado em 1957 pelos soviéticos, marcou o início da utilização do espaço para a ciência e a atividade comercial.

Durante a Guerra Fria, o espaço se tornou o principal terreno de competição entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética – uma disputa que atingiu seu ápice com a corrida para conquistar a Lua, na década de 60.

Por ocasião das Olimpíadas de Tóquio, em 1964 foi lançado o primeiro satélite de televisão para a órbita terrestre, com o objetivo de transmitir os Jogos Olímpicos.

Foto: Agência Espacial Européia
A imagem da órbita baixa da Terra

Mais tarde, os lançamentos russos diminuíram e outros países inauguraram seus programas espaciais.

Uma estimativa da ESA indica que o número de objetos na órbita terrestre cresceu de maneira estável desde o primeiro lançamento. Segundo os dados, cerca de 200 novos objetos são lançados todos os anos.

Em 2001, os pesquisadores americanos Donald Kessler e Philip Anz-Meador, que estudam o lixo espacial, afirmaram há uma possibilidade de que, em vinte anos, já não seja mais possível realizar operações em órbitas mais próximas da Terra.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

CARTA ESCRITA NO ANO 2070

Carta Escrita no Ano 2070
Ano 2070 acabo de completar os 50, mas a minha aparência é de alguém de 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo muito pouca água. Creio que me resta pouco tempo. Hoje sou uma das pessoas mais idosas nesta sociedade. Recordo quando tinha 5 anos. Tudo era muito diferente. Havia muitas árvores nos parques, as casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro com cerca de uma hora. Agora usamos toalhas em azeite mineral para limpar a pele. Antes todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora devemos rapar a cabeça para a manter limpa sem água. Antes o meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que a água se utilizava dessa forma. Recordo que havia muitos anúncios que diziam CUIDA DA ÁGUA, só que ninguém lhes ligava; pensávamos que a água jamais se podia terminar. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e mantos aquíferos estão irreversivelmente contaminados ou esgotados. Antes a quantidade de água indicada como ideal para beber era oito copos por dia por pessoa adulta. Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo; tivemos que voltar a usar os poços sépticos (fossas) como no século passado porque as redes de esgotos não se usam por falta de água. A aparência da população é horrorosa; corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de chagas na pele pelos raios ultravioletas que já não tem a capa de ozônio que os filtrava na atmosfera, imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia por todos os lados. As infecções gastrintestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte. A indústria está paralisada e o desemprego é dramático. As fábricas dessalinizadoras são a principal fonte de emprego e pagam-te com água potável em vez de salário. Os assaltos por um bidão de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% sintética. Pela ressequidade da pele uma jovem de 20 anos está como se tivesse 40. Os científicos investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está degradado por falta de árvores o que diminuiu o coeficiente intelectual das novas gerações. Alterou-se a morfologia dos espermatozóides de muitos indivíduos, como consequência há muitos meninos com insuficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos. 137 m3 por dia por habitante e adulto. A gente que não pode pagar é retirada das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar, não são de boa qualidade mas pode-se respirar, a idade média é de 35 anos. Em alguns países ficam manchas de vegetação com o seu respectivo rio que é fortemente vigiado pelo exército, a água voltou a ser um tesouro muito cobiçado mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui em troca, não há arvores porque quase nunca chove, e quando chega a registrar-se uma precipitação, é de chuva ácida; as estações do ano têm sido severamente transformadas pelas provas atômicas e da indústria contaminante do século XX. Advertiam-se que havia que cuidar o meio ambiente e ninguém fez caso. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando era jovem descrevo o bonito que eram os bosques, lhe falo da chuva, das flores, do agradável que era tomar banho e poder pescar nos rios e barragens, beber toda a água que quisesse, o saudável que era a gente. Ela pergunta-me: Papá! Porque se acabou a água? Então, sinto um nó na garganta; não posso deixar de sentir-me culpado, porque pertenço à geração que terminou destruindo o meio ambiente ou simplesmente não tomamos em conta tantos avisos. Agora os nossos filhos pagam um preço alto e sinceramente creio que a vida na terra já não será possível dentro de muito pouco porque a destruição do meio ambiente chegou a um ponto irreversível. Como gostaria de voltar atrás e fazer com que toda a humanidade compreendesse isto quando ainda podíamos fazer algo para salvar ao nosso planeta terra! (Documento extraído da revista biográfica "Crônicas de los Tiempos" de Abril de 2002.)
Esta é uma carta que apesar de falar de um futuro,existe uma consistência real,
forte e marcante nela!É um apelo para a humanidade pensar e refletir o quanto,o
nosso consumismo desenfreado está degradando o meio ambiente,pense bem! Eu acho que não vai até o ano de 2070 para acontecer essas coisas apocalípticas, e sim nos proximos 20 anos,se não tomarmos alguma atitude!Nós sabemos que os países que mais poluem são os Estados Unidos da América depois seguido da China! Mas não é esta a questão!Não adianta apontar,nós temos que nos unir,preservar o meio ambiente, e todos os nossos rios! porque o Brasil tem a maior parte de água doce no mundo!Então temos que valorizar isto, porque não vamos comer nem beber modismos,carros de luxo,dinheiro,etc...é por tudo isso que o ser humano virou o mais feroz
ser do planeta,ameaçando não só todas as criaturas da Terra,mas também a sua propria existência!!!

Poluição! Nossa verdadeira realidade!


Antigamente nó seres humanos viviamos em sintonia com a natureza! Poluíamos menos, respeitando a Terra, nosso planeta! mas hoje, veja como está tudo mudado!!! Furacões para todos
os lados, clima totalmente descontrolado, tudo por causa da emissão de dióxido de carbono e outros gases na atmosfera terrestre! Por causa do que?Ah, talvez seja por causa do progresso e tecnologia!
Nós desmatamos praticamos queimadas, até quando vai tudo isso? Quando o homem vai acordar para realidade? Ainda bem que existe vários ambientalistas que lutam para criar leis e apoios contra a poluição!

Mesmo produtos relativamente benignos da actividade humana podem ser considerados poluentes, se eles precipitarem efeitos negativos posteriormente. Os óxidos de nitrogênio (Óxidos de azoto) produzidos pela indústria, por exemplo, são freqüentemente citados como poluidores, embora a própria substância não seja prejudicial. Na verdade, é a energia solar (luz do Sol) que converte esses compostos em substâncias poluentes.

Muitas vezes, depende-se do contexto para classificar um fenômeno como poluição ou não. Surtos descontrolados de algas e a resultante asfixia de lagos e baías são considerados poluição quando são alimentados por nutrientes vindos de dejetos industriais, agrícolas ou residenciais (confira Poluição das Águas e eutroficação).

A poluição atmosférica resulta da emissão de gases poluentes ou de partículas sólidas na atmosfera.

Pode provocar uma degradação dos ecossistemas devido ao lançamento de inúmeras substâncias (radioativas, ácidas, recalcitrantes, etc.) e não respeita fronteiras, por isso pode se tratar de um problema local e transfronteiriço. Este tipo de poluição pode dar origem ao efeito estufa, às alterações climatéricas, à diminuição da qualidade do ar, a problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias.

Sobre a saúde humana a poluição atmosférica afecta o sistema respiratório podendo agravar ou mesmo provocar diversas doenças crónicas tais como a asma, bronquite crónica, infecções nos pulmões, enfizema pulmonar, doenças do coração e cancro do pulmão.

Os poluentes atmosféricos podem afectar a vegetação por duas vias: via directa e via indirecta. Os efeitos directos resultam da destruição de tecidos das folhas das plantas provocados pela deposição seca de SO2, pelas chuvas ácidas ou pelo ozônio, refletindo-se na redução da área fotossintética. Os efeitos indirectos são provocados pela acidificação dos solos com a consequente redução de nutrientes e libertação de substâncias prejudiciais às plantas, resultando numa menor produtividade e numa maior susceptibilidade a pragas e doenças.

Os efeitos negativos dos poluentes nos materiais resultam da abrasão, reações químicas diretas ou indiretas, corrosão electroquímica ou devido à necessidade de aumentar a frequência das ações de limpeza. As rochas calcáreas são as mais afectadas, nomeadamente pela acidificação das águas da chuva.

Os odores são responsáveis por efeitos psicológicos importantes estando associados, sobretudo, aos locais de deposição e tratamento de resíduos sólidos e a algumas indústrias de que são exemplo as fábricas de pasta de papel.

Fontes Poluidoras

A nível nacional destacam-se, pelas suas emissões, as Unidades Industriais e de Produção de Energia como a geração de energia elétrica, as refinarias, fábricas de pasta de papel, siderúrgicas, cimenteiras e indústria química e de adubos. A utilização de combustíveis para a produção de energia é responsável pela maior parte das emissões de SOx e CO2 contribuindo, ainda, de forma significativa para as emissões de CO e NOx. O uso de solventes em colas, tintas, produtos de proteção de superfícies, aerossóis, limpeza de metais e lavanderias é responsável pela emissão de quantidades apreciáveis de Compostos Orgânicos Voláteis.

Existem outras fontes poluidoras que, em certas condições, se pode revelar importantes, tais como:

  • A queima de resíduos urbanos, industriais, agrícolas e florestais, feita muitas vezes, em situações incontroladas. A queima de resíduos de explosivos, resinas, tintas, plásticos, pneus é responsável pela emissão de compostos perigosos (ver Fichas, e );
  • Os fogos florestais são, nos últimos anos, responsáveis por emissões significativas de CO2;
  • O uso de fertilizantes e o excesso de concentração agropecuária, são os principais contribuintes para as emissões de metano, amoníaco e N2O;
  • As indústrias de minerais não metálicos, a siderurgia, as pedreiras e áreas em construção, são fontes importantes de emissões de partículas.

Fontes Móveis.

As fontes móveis, sobretudo os transportes rodoviários, são uma fonte importante de poluentes, essencialmente devido às emissões dos gases de escape, mas também como resultado da evaporação de combustíveis. São os principais emissores de NOx e CO, importantes emissores de CO2 e de COV, além de serem responsáveis pela emissão de poluentes específicos como o chumbo.

Conseqüências

O aumento da temperatura global e conseqüêntes incêndios, derretimento da calota polar e conseqüêntes enchentes, alagamentos, mudança de clima e desertificação.

Acidificação

Poluentes como o NOx é o principal responsável pelo problema da acidificação. Em contato com a água transformam-se em ácidos sulfúrico e nítrico, os quais dissolvidos na chuva e na neve atingem o solo sob a forma de sulfatos (SO42-), nitratos (NO3-) e ions de Hidrogénio (H+) - deposição húmida. No entanto o SO2 e os NOx podem ser depositados diretamente no solo ou nas folhas das plantas como gases ou associados a poeiras - deposição seca. A acidez é dada pela concentração de (H+) liberados pelos ácidos e é normalmente indicada pelos valores de pH.

Efeito Estufa

A temperatura da troposfera é pouco afectada pela radiação solar directa, a que é relativamente transparente, aquecendo sobretudo como resultado da absorção das radiações de grande comprimento de onda emitidas pela superfície terrestre. A absorção da radiação terrestre é efectuada por diversos compostos de que se salienta o CO2 mas também o CH4, Ozono, N2O e os CFC. Estes funcionam assim como os vidros de uma estufa, deixando passar a radiação solar que aquece o solo e retendo a radiação terrestre. É por esta razão que o acréscimo na concentração destes poluentes poderá ter como reflexo o aumento da temperatura do ar. O aumento da temperatura do globo terá como consequências prováveis o aumento das áreas desérticas bem como o degelo das calotes polares com a consequente subida do nível das águas dos oceanos.

Registaram-se nos últimos anos aumentos da concentração atmosférica de CO2, numa amplitude que ultrapassa as oscilações do último milhar de anos e de que as principais causas serão o aumento de uso de combustíveis fósseis e a deflorestação.

O reconhecimento por parte da Comunidade Internacional, da grande importância da estabilização dos gases com efeito de estufa a níveis que não afectem o sistema climático global, levou à adopção da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as alterações climáticas, que entrou em vigor a 21 de Março de 1994.

Redução da Camada de Ozônio

A presença do ozonio na estratosfera (entre 20 e 40 km de altitude) funciona como uma barreira para a radiação ultravioleta, tornando-se assim essencial para a manutenção da vida na superfície terrestre. Desde os anos 70 que se tem medido a redução da concentração de ozonio em locais específicos da atmosfera ("buracos do ozonio" nas regiões Antártica e Ártica) e de uma forma geral em todo o planeta.

É reconhecido que as emissões à escala mundial de certas substâncias, entre as quais se contam os hidrocarbonetos clorofluorados (CFC's) e os Halons, podem deteriorar a camada de ozono, de modo a existir risco de efeitos nocivos para a saúde do homem e para o ambiente em geral. Atentos a esta problemática mais de cem países já ratificaram a Convenção de Viena para a protecção da camada de ozonio e o Protocolo de Montreal sobre as substâncias que deterioram a camada de ozonio. Este Protocolo estabelece o controlo da produção e consumo de cerca de 90 substâncias regulamentadas.

Medidas de Combate a Poluição Atmosférica

Emissão de dióxido de carbono, por país, em milhões de toneladas.
Emissão de dióxido de carbono, por país, em milhões de toneladas.

Medidas preventivas

  • Medir e conhecer a concentração dos poluentes no ar;
  • Definir as fontes poluentes;
  • Definir a qualidade do ar;
  • Analisar os valores limite;
  • Observar a evolução da qualidade do ar;
  • Planear acções que promovam uma melhor qualidade do ar, tais como: reordenar actividades socio-económicas, localizar fontes poluentes, alterar o percurso rodoviário e reduzir as emissões de poluentes atmosféricos.

Para reduzir a concentração dos poluentes atmosféricos são necessárias tanto medidas preventivas como correctivas, assumindo a informação um papel fundamental na mobilização dos cidadãos. Entre os principais meios de intervenção disponíveis contam-se:

  • Estabelecimento de limites de qualidade do ar ambiente;
  • Definição de normas de emissão;
  • Licenciamento das fontes poluidoras;
  • Incentivo à utilização de novas tecnologias;
  • Utilização de equipamento de redução de emissões (por exemplo os catalizadores nos automóveis e a utilização de equipamento de despoluição de efluentes gasosos nas indústrias);
  • Controlo dos locais de deposição de resíduos sólidos, impedindo os fogos espontâneos e a queima de resíduos perigosos;
  • Utilização de redes de monitorização da qualidade do ar;
  • Incentivo à permanência de florestas naturais;
  • Estabelecimento de Planos de Emergência para situações de poluição atmosférica graves;
  • Criação de serviços de informação e de auxílio às populações sujeitas ou afectadas pela poluição atmosférica;

Os valores limite de concentração de poluentes atmosféricos definem níveis de concentração de poluentes no ar ambiente necessários (com uma determinada margem de precaução) para proteger a saúde pública. Actualmente, em Portugal, existem limites para SO2, Partículas em Suspensão, NO2, CO, Chumbo e Ozônio.

Normas de emissão e licenciamento

Destinam-se a ser aplicadas pelas fontes pontuais, sobretudo industriais, bem como pelas fontes móveis, sobretudo os veículos automóveis. Em Portugal existem limites de emissão de aplicação geral e específicos para diversos tipos de indústrias e para diversos poluentes.

As normas de emissão estão intimamente relacionadas com o licenciamento das actividades produtivas. O processo de licenciamento deverá ter em consideração a realização do Estudo de Impacto Ambiental, sendo aconselhável a utilização das melhores técnicas disponíveis para minimizar as emissões para a atmosfera.

No Brasil o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) é o órgão responsável pela normatizacão do limite de emissão que são específicos para cada setor. Alguns limites já foram determinados como no caso da emissão de gases por ciclomotores, motociclos e veículos similares novos estabelecido pela resolucão CONAMA N 297 de 26 de fevereiro de 2002.

Incentivo à utilização de novas tecnologias

Uso de tecnologias limpas P+L envolvendo tanto as fontes pontuais como as fontes móveis através de:

  • Redução dos consumos de energia através da sua utilização mais racional ou de utilização de outras fontes de energia alternativas responsáveis por menores emissões de CO2 e de outros poluentes;
  • Utilização de combustíveis que reduzam as quantidades de poluentes emitidos (dessulfuração de derivados de petróleo ou utilização de gasolina sem chumbo, por exemplo);
  • Substituição de compostos nocivos, tais como os CFC e alguns solventes, por outros inóquos ou de menores inconvenientes;
  • Utilização de tecnologias geradoras de menores quantidades poluentes.
  • Diminuta utilização de produtos com Clorofluorcarbonetos ou em abreviado CFCs, prejudiciais à camada de ozônio.
A seguir eu postei um vídeo que mostra claramente a nossa realidade:rios e mares poluídos,derramamento de óleo nos mares, etc..
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Blogosfera amigos !

Assista meu canal musical no Youtube!