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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Neuro-Evolving Robotic Operatives 2.0

Depois de treinados, é hora de testar a IA.

Neuro-Evolving Robotic Operatives (mais facilmente reconhecido como NERO) é um jogo que lhe coloca na pele de agentes altamente adaptáveis e inteligentes. Você pode desenvolver seu próprio exército de robôs, desenvolvendo a inteligência artificial deles. E então você os coloca em intensos combates com seus amigos online.

Em um futuro não especificado, você deve superar inteligências artificiais para colonizar um planeta distante, porém semelhante à Terra. Trata-se de um exemplo do gênero Machine Learning Games. Apesar de contar com algumas semelhanças com jogos de estratégia em tempo real, há algumas diferenças marcantes.

Em primeiro lugar, os agentes fazem parte de uma simulação física em 3D, além de serem treináveis. O jogo conta com dois momentos distintos: na primeira fase, você deve treinar agentes para as funções desejadas. Uma vez que um grupo está treinado, a segunda fase do jogo coloca-o em conflito com outro grupo, treinado por outro jogador.

O treinamento que desenvolve seus robôs.

NERO é resultado de uma pesquisa acadêmica sobre inteligência artificial. Neste aspecto, o treino é a fase mais importante.

O comportamento de cada robô é controlado por uma rede neurológica artifial, que pode ser considerada um cérebro. Um robô é colocado em jogo em um ponto específico. O "cérebro" dele será avaliado em sua eficiência dentro de um limite de tempo. Com base nesse desempenho, o "cérebro" será melhorado para atividades futuras.

Quanto mais complexo for a atividade desejada, maior será a exigência do treinamento. Você deverá pensar em um plano completo que lidere os robôs por uma série de cenários. Quanto mais obstáculos e dificuldades previstas, melhor será o desempenho do seu exército.

Pouco a pouco, obstáculos e dificuldades são adicionados. Você começa em treinos para enfrentar um inimigo apenas. Em seguida, dois adversários. Superados estes desafios, paredes são adicionadas nos mapas, e daí em diante.

Treino

Você escolhe entre continuar treinando um time ou começar um novo exército do zero. Você percorre o mapa e pode simular situações para analisar o desempenho do seu exército. Utilize o mouse para determinar uma localização específica para programar uma ação. É possível programar uma seqüência de ações sem que uma invalide a outra.

Paredes podem ser movidas, rotacionadas, escaladas ou deletadas. Ações podem ser individualizadas, porém elas também podem ser copiadas para um grupo inteiro. Robôs podem ser punidos.

Pra valer

Depois de treinado, seu exército pode enfrentar o computador ou outro jogador online em dois modos diferentes: Destruction (destruição) e Territory Control (controle de território). O primeiro não tem limite de tempo. A batalha termina quando um dos times é completamente eliminado ou então quando o tempo acaba. Você pode observar o nível de danos de cada um dos seus soldados.

Preste sempre atenção às falhas do seu grupo para melhorá-las com treinos mais direcionados.

Já no modo de território, você deve capturar todos os Control Points (pontos de controle) antes do oponente.

domingo, 13 de julho de 2008

Vício pelo cigarro pode causar mutações !

Uma pesquisa conduzida por cientistas americanos sugere que mutações genéticas podem estar por trás do vício pelo cigarro.

A equipe, da Universidade de Utah, investigou mutações genéticas

cigarro
Fumar antes dos 17 anos aumenta as chances de dependência

em um gene que determina a estrutura do "receptor da nicotina no cérebro", uma proteína que interage com a substância e determina o nível de dependência por ela.

Os especialistas analisaram amostras de DNA de 2.827 fumantes e avaliaram o nível de dependência em nicotina além de informações como a idade em que eles haviam começado a fumar, há quanto tempo fumavam e o número de cigarros fumados por dia.

Eles verificaram que os fumantes que haviam começado a fumar antes dos 17 anos e tinham uma cópia duplicada do gene que interage com a nicotina tinham até cinco vezes mais chances de ficar viciado em cigarro durante a vida adulta.

Já para os que começavam a fumar com 17 anos ou mais, a chance de dependência era bem menor.

Ainda segundo os especialistas, outras variações encontradas no mesmo gene poderiam funcionar de maneira oposta, evitando a dependência pelo tabaco.

Prevenção

Os especialistas acreditam que seria importante identificar adolescentes com mutações genéticas que podem levar à dependência pelo cigarro como forma de tentar reduzir os índices de tabagismo.

"Nós sabemos que pessoas que começam a fumar quando jovens têm mais chances de sofrer séria dependência pela nicotina na vida adulta", afirmou o coordenador da pesquisa, Robert Weiss.

"A identificação de indivíduos com tais variações genéticas poderia beneficiá-los com intervenções como campanhas educativas para adolescentes. Em última análise, ações como essa poderiam resultar na redução do tabagismo."

A pesquisa americana foi divulgada na publicação científica PLoS Genetics.

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