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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Por que nossa internet é tão ruim?

Na semana passada, a matéria de capa do ZH Digital discutiu o porquê de nossa banda larga ser tão estreita e salgada. Queria destacar alguns pontos:

* No Rio Grande do Sul, o máximo que se consegue contratar é 20 Mbps (disponível em 14 cidades), via tecnologia ADSL2+, mas tem que desembolsar R$ 449,90 mensais (a operadora é a GVT).

* Em dezembro, a Brasil Telecom tinha anunciado acesso de até 100 Mbps na Capital, via fibra, mas tão somente no bairro Bela Vista. Mas segundo a assessoria de imprensa da operadora, o Turbo Ultra está até esgotado. Uau, em pensar que sai por R$ 990,90 mensais.

* As operadoras têm se esforçado mais em, gradativamente, retirar as velocidades menores de seu portfólio. E os preços, é verdade, até que estão caindo. Exemplo da GVT: quando lançou a velocidade de 1 Mbps como top em 2002, custava quatro vezes o seu valor atual (hoje, é o mínimo oferecido pela empresa).

No Brasil, segundo a consultoria IDC, apenas um terço das conexões consideradas banda larga tem mais de 1 Mbps (na opinião desta blogueira, não dá pra chamar 200 Kbps de banda larga). No país, os impostos encarecem o serviço em cerca de 40%.

- A internet é tributada como supérfluo. Também falta disponibilidade do serviço, há cidades com demanda reprimida - disse Vinicius Caetano, analista de telecom da consultoria IDC Brasil.

Com a falta de concorrência, outro baita problema pra nós consumidores, pagamos muito e ainda deparamos com uma má prestação de serviço.

Reproduzo aqui também outras informações (básicas mas bem úteis) que publicamos sobre o assunto:

> As conexões à web geralmente têm diferentes taxas de download (recebimento de dados) e upload (envio de dados). As operadoras costumam informar a velocidade de download, por isso questione sobre a taxa de upload (principalmente se você costuma publicar conteúdo pesado, como vídeos).

> A velocidade de conexão com a internet (largura de banda) é medida em bits por segundo (bps), mas a de download e upload é contada em bytes por segundo. Cada byte tem oito bits.

> Existem sites que medem as velocidades de uma conexão, como o www.speakeasy.net/speedtest, indicado pela Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar).

> Quando o internauta usa sistemas de troca de arquivos (P2P), deve levar em conta a taxa de upload de quem está fornecendo o material. Também de nada adianta uma conexão veloz se o servidor que armazena o site que você deseja acessar tiver uma velocidade muito baixa.

> Há momentos em que a rede pode estar congestionada, principalmente das 10h às 12h e das 14h às 16h, por causa do uso comercial, e à noite, entre 20h e 22h (uso residencial).

>A maioria dos contratos de banda larga no Brasil garante somente 10% da velocidade contratada.

> Algumas operadoras impõem franquia de dados, ou seja, se o usuário exceder determinada quantidade de dados de download, sua velocidade de acesso é reduzida até o final do mês.

> Segundo a Pro Teste, é importante que o consumidor reclame sempre que enfrentar dificuldades, como queda no sinal, mesmo que seja restabelecido em seguida. Entre em contato com a operadora e anote o número do protocolo de reclamação, que pode ser útil depois. Também é possível procurar a Anatel, pelo telefone 133, e recorrer a órgãos de defesa do consumidor.
créditos: Anarkista

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