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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Megaupload é desativado e funcionários são indiciados por pirataria !


 Post Atualizado22/1/12

Procuradores federais do estado da Virgínia acabam de fechar um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, sob a acusação de que a empresa viola as leis de direito autoral.

Além disso, todos os funcionários da companhia foram indiciados pelos supostos crimes praticados. A ação acusa o Megaupload de deixar de pagar mais de US$ 500 milhões em direitos autorais de filmes e outros conteúdos.



A ação acontece apenas um dia após uma série de protestos contra o SOPA, projeto de lei que pode colocar em risco a liberdade de expressão na internet. O Megaupload é um dos 15 sites mais populares do mundo. Os representantes do veículo ainda não se manifestaram sobre o assunto. Mais informações sobre o caso em breve.

Atualização: segundo o The WallStreet Journal, sete funcionários foram presos nos Estados Unidos, quatro na Nova Zelândia e um na Austrália. Além da acusação de infingir as leis de direito autoral, o site também está sendo apontado como uma suposta fonte de lavagem de dinheiro.

Em nota à Associated Press, um representante da página se limitou a dizer que "a grande maioria do tráfego do Megaupload é legítimo e se a indústria de conteúdo quer tirar vantagem da nossa popularidade, teremos o maior prazer em dialogar".

Atualizaçao: 20/01/12

O site Megaupload.com, desativado por autoridades norte-americanas sob acusações de distribuir ilegalmente material protegido por direitos autorais, está tentando recuperar seus servidores e voltar para a internet, disse um advogado da companhia nesta sexta-feira (20).

A empresa e sete de seus executivos foram acusados de participar de um vasto e lucrativo esquema para oferecer material na internet sem compensar os detentores de copyrights.

Autoridades na Nova Zelândia prenderam quatro dos acusados, incluindo um de seus fundadores, que mudou seu nome legalmente para Kim Dotcom. Também foi apreendido dinheiro, servidores, nomes de domínio e outros ativos nos Estados Unidos e em vários outros países.

"A companhia está analisando suas opções legais para reaver seus servidores e seu domínio e colocá-los novamente em funcionamento", disse à Reuters Ira Rothken, um dos advogados do Megaupload. "O Megaupload irá defender-se vigorosamente."

Ele afirmou que a companhia oferecia simplesmente armazenagem de dados on-line. "É realmente ofensivo afirmar que só porque as pessoas podem armazenar coisas ruins o Megaupload é automaticamente responsável", disse.

Autoridades norte-americanas caracterizaram muito mais negativamente a companhia, afirmando que o Megaupload disponibilizava materiais protegidos por copyright como músicas, programas de televisão, filmes, pornografia e até vídeos propagandeando o terrorismo.

Usuários podiam subir conteúdos para o site da empresa, que criava um link para que outras pessoas baixassem os arquivos, segundo a acusação. Alguns usuários pagavam assinaturas para velocidades maiores de download.

Apesar de reclamações dos detentores de copyright, o Megaupload não removia todo o material quando isso lhe era solicitado, afirmaram procuradores. Executivos da empresa teriam lucrado mais de US$ 175 milhões com assinaturas e publicidade, disseram.

Sopa e Pipa
O fechamento do Megaupload aconteceu um dia depois que diversos sites, incluindo a enciclopédia Wikipédia e os classificados Craigslist, decidiram ficar fora do ar em protesto contra dois projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Congresso dos EUA. Eles são conhecidos pelas siglas Sopa e Pipa.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

Ataque hacker
Após o fechamento do Megaupload, o grupo hacker Anonymous, que também é contra os projetos, afirmou no Twitter que derrubou os sites do FBI, a polícia federal dos EUA, do Departamento de Justiça americano, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, entre outros endereços.

 Fechamento do Megaupload.com reflete poder dos EUA na internet

PARIS, 20 Jan 2012 (AFP) -O fechamento pelo FBI do portal Megaupload.com realçou o poder das autoridades americanas sobre a Internet e o fato de que possam, com mandato judicial, bloquear em dois minutos qualquer um dos 95 milhões de sites .com.

Acusada de violar os direitos autorais, a emblemática e polêmica plataforma de downloads diretos ou em "streaming" (consumir o produto ao mesmo tempo em que se baixa) foi desativada na quinta-feira à noite e os servidores que hospedavam os dados relacionados a seu funcionamento foram presos.

"Ir contra os servidores hospedados em vários países equivale a cortar a cabeça de uma hidra. Intervir sobre um domínio é golpear o coração do dispositivo nevrálgico", explicou à AFP Lo¯c Damilaville, diretor-geral adjunto da Association Française pour le Nommage Internet en Cooperation (AFNIC), entidade do registro oficial .fr.

O domínio de Internet (ou seja, o identificador) do Megaupload terminava por .com, pelo que a plataforma se submete à Justiça americana, já que a Verisign, sociedade que administra os 95 milhões de páginas .com (de um total de 220 milhões existentes na rede), tem sua sede na Califórnia.

"Uma vez que a Justiça americana toma uma decisão e pede à Verisign para fechar o domínio, a ação propriamente dita de bloquear uma página apenas leva alguns minutos", disse Damilaville.

Por outro lado, o presidente da Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), um organismo privado americano que tem um papel chave na regulação da rede já que é ele que atribui os domínios de Internet, criticou a medida.

O governo americano "atua para impedir um atentado jurídico, como o intercâmbio de arquivos ilegais que negam os direitos de propriedade intelectual. Mas, ao invés de ir aos gestores dos .com, poderia ir ao ICANN para deter esse tipo de atividades", garantiu Stéphane Van Gelder, presidente do GNSO, a instância executiva do ICANN.

Não é a primeira vez que as autoridades norte-americanas passam por cima das instâncias mundialmente reconhecidas para fechar os sites por conta própria.

Em 2010, por exemplo, cerca de 84.000 páginas foram "desconectadas" por erro no âmbito da operação "In our sites" lançada com a finalidade de fechar páginas relacionadas à pornografia.

Em 2011, as autoridades já decidiram o fechamento da página espanhola Rojadirecta.com por considerar que suas atividades eram ilegais, as mesmas que a justiça espanhola tinha declarado estar em conformidade com a lei.

"As autoridades americanas têm, claramente, poder sobre todas as extensões numéricas que são geridas por prestadores americanos ou situados nos Estados Unidos. Estamos em pleno debate sobre o problema do direito a aplicar quando nos referimos a domínios de Internet; há um verdadeiro conflito de jurisdição", segundo Damilaville.

"Os Estados Unidos se intrometem claramente na arquitetura da Internet para atuar até em outros países", denunciou Jérémie Zimmermann, co-fundador da associação francesa La Quadrature du Net, segundo a qual "com certeza, novos sites Megaupload vão reabrir com domínios de Internet que não podem ser atacados nos Estados Unidos".

Polícia dá detalhes sobre prisão de fundador do Megaupload   (Atualizado - 22/01/12)

A polícia da Nova Zelândia revelou neste sábado (21) detalhes curiosos sobre a prisão do suspeito líder de um caso de roubo de dados protegidos por direitos autorais na Internet em uma mansão com travas eletrônicas, um cofre e um Cadillac cor-de-rosa.

Kim Dotcom, de nacionalidade alemã, também conhecido como Kim Schmitz, foi um dos quatro homens presos na sexta-feira, um dia antes de seu 38º aniversário, em uma investigação do site Megaupload.com conduzida pelo Federal Bureau of Investigation (FBI) norte-americano.

Um funcionário da polícia afirmou que dezenas de policias, com o apoio de helicópteros, forçaram a entrada na mansão, situada em uma luxuosa área de fazendas, após Dotcom ter negado permissão para sua entrada, em uma cena que lembra mais um filme de espião do que a rotina policial na Nova Zelândia rural.

"Apesar de nossa equipe ter se identificado claramente, o Sr. Dotcom voltou para dentro da casa e ativou uma série de mecanismos de travas eletrônicas", disse o inspetor-detetive Grant Wormald, da agência de crimes organizados e financeiros da Nova Zelândia.

Policiais quebraram as travas e Dotcom formou uma barricada em torno de uma sala com um cofre, sendo preciso que a polícia abrisse caminho para chegar a ele.

"Quando eles obtiveram passagem para esta sala, eles encontraram o Sr. Dotcom perto de uma arma de fogo parecida com uma espingarda encurtada", disse. "Definitivamente não foi tão simples como bater na porta da frente."

Cadeias televisivas mostraram imagens de seus carros, entre eles um Cadillac cor-de-rosa e um Rolls-Royce Drophead Coupe, quando eram removidos da propriedade, uma das maiores e mais caras do país.

O site Megaupload.com foi desativado por autoridades norte-americanas sob acusações de distribuir ilegalmente material protegido por copyright (direitos autorais).

A empresa e sete de seus executivos foram acusados de participar de um vasto e lucrativo esquema para oferecer material na Internet sem compensar os detentores de direitos autorais.

Além das prisões, autoridades na Nova Zelândia apreenderam dinheiro, servidores, nomes de domínio e outros ativos nos Estados Unidos e em vários outros países.

Casa do Fundador do MegaUpload.



RapidShare não está preocupado com o caso Megaupload - (22/01/12)

Segundo maior site de compartilhamento de arquivos do mundo diz estar pronto para suprir a demanda e não teme medidas judiciais.
Órfãos do Megaupload desde a última quinta feira (19), quando o serviço foi fechado pelo FBI, os adeptos dos sites de compartilhamento de arquivos já procuram novas alternativas e uma das primeiras opções é o RapidShare. O site é considerado o segundo maior do gênero no mundo.

Em entrevista ao site Ars Technica, o porta-voz da companhia, David Raimer, afirma que a empresa não está preocupada com os desdobramentos do caso Megaupload e afirma que este é um incidente isolado. Além disso, Raimer ressaltou que o RapidShare está preparado para suprir um possível aumento de demanda.

Em um comunicado oficial, a CEO da empresa, Alexandra Zwingli, enumerou diversas razões que tornam o serviço diferenciado do Megaupload. "O RapidShare AG foi fundado na Suíça, sempre foi localizado no endereço fornecido e sempre executou os seus trabalhos sob nomes reais, diferente do que acontecia com o Megaupload, que tinha intermediários e empresas anônimas", explica.

A CEO ressaltou ainda que o serviço é tão legítimo quanto o YouTube, com serviços comparáveis ao Dropbox, e não oferece um sistema de recompensas para uploaders como o seu concorrente fazia. O porta-voz da companhia acrescenta que o ataque ao Megaupload não foi motivado pelo compartilhamento de arquivos ilegais, mas sim por ações criminosas de funcionários da empresa.

"Até onde sabemos, as alegações para o fechamento do Megaupload são baseadas no fato de eles terem feito vistas grossas para a pirataria e, em alguns momentos, terem dado suporte financeiro e técnico para que ela ocorra", comenta. "Se esse foi o caso, então a lei deve ser aplicada de maneira rígida", finaliza Raimer.

Fileserve e outros, deletando arquivos e banindo IPs

Agora que o Megaupload foi fechado pelos federais, outros sites de distribuição de arquivos (Fileserve, Hotfile, Rapidshare, etc) estão deletando arquivos e bloqueando IPs USA. Confira abaixo a situação de alguns deles:

MegaUpload
Fechado.

FileServe
Deletando múltiplos arquivos. Programa de afiliação fechado.

FileJungle
(Pertence ao Fileserve) Deletando múltiplos arquivos. Testando o bloqueio de alguns endereços IP USA.

UploadStation
(Pertence ao Fileserve) Deletando múltiplos arquivos. Testando o bloqueio de alguns endereços IP USA.

FileSonic
(Pertence ao Fileserve) Função de compartilhamento desabilitada. Só o usuário que fez o upload pode baixá-los.

VideoBB
Programa de afiliação fechado.

Uploaded
IPs USA banidos.

FilePost
Começou a suspender contas com material que infrinja regras.(Fazendo o mesmo que o Hotfile)

VideoZer
Programa de afiliação fechado.

4shared
Deletando múltiplos arquivos.

MediaFire
Convocado a depor nos proximos 90 dias e terá de abrir as portas para o FBI.

Torrente org
Poderá sumir com tudo em até 30 dias "ele esta sob investigação criminal".

Rede Share mIRC
Aguarda a decisão do caso Torrente para continuar ou encerrar tudo.

KoshiKO
Operando 100% japão. Não ira aderir ao SOPA/PIPA.

Shienko Box
Operando 100% china/korea. Não irão aderir ao SOPA/PIPA.

ShareX BR
Grupo UOL / BOL / iG dizem que não irão aderir ao SOPA/PIPA.

Japão, China e Korea deram uma "NÃO" ao FBI e afirmam que mesmo que as leis sejam aprovadas nos USA, não terão valor algum dentro da soberania de seus paises!

                                                                    créditos: spbrasil

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